Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições4
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas170
    • Leitores4957
    • Similares15
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Realidades adaptadas -

    Philip K. Dick

    Aleph
    2012
    304 páginas
    10h 8m
    ISBN-13: 9788576571346
    Português Brasileiro
    4.3
    1766 avaliações
    Leram2450Lendo181Querem2297Relendo2Abandonos27Resenhas170
    Favoritos207Desejados2297Avaliaram1766

    Cinema e literatura sempre andaram de mãos dadas. E quando o assunto é ficção científica, nenhum autor contemporâneo foi mais roteirizado do que Philip K. Dick, nem mesmo mestres do gênero como Isaac Asimov e Arthur C. Clarke. Pouco conhecido no Brasil por sua obra literária, Dick é um sucesso entre as plateias de cinema, que vai muito além de Blade Runner - O caçador de androides, ícone cult dos anos 1980 inspirado em um de seus romances. A fim de lhe prestar o devido reconhecimento a esse extraordinário autor, Realidades adaptadas reúne, em uma edição inédita no mundo, os contos de Philip K. Dick que foram adaptados para a sétima arte, levando ao grande público os textos originais que inspiraram roteiristas e diretores a fazer seus filmes. Um convite à leitura ao entretenimento e a novas descobertas. Os contos que inspiraram grandes sucessos do cinema: O vingador do futuro; Minority Report; O pagamento; Os agentes do destino; O vidente; Impostor e Screamers.

    Edições (4)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (15)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (170)Ver mais
    Régis Maz picture
    Régis Maz25/04/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Contos inventivos e inspirações para grandes sucessos

    Esse foi meu primeiro contato com a obra escrita de Philip K. Dick e uma ótima forma de conhecer parte do universo do autor. Já havia acompanhado as adaptações para o cinema, gostado muito de algumas e achado outras bem curiosas. Todos os contos desse livro foram escritos na década de 50, acho que essa foi uma década muito criativa para K. Dick e deu origem a vários contos que seriam adaptados com sucesso para o cinema. O livro foi prazeroso de ler, tirando alguns problemas de machismo e misoginia perceptíveis (o que é comumente encontrado em vários livros de ficção científica), as histórias são muito imersivas, com mundos bem descritos e personagens que adorei acompanhar. No decorrer das histórias percebe-se um questionamento recorrente sobre: Quem realmente é humano? O que caracteriza um ser humano? Dúvida essa que o próprio autor reforça em suas notas no final do livro, mostrando insegurança até quanto a sua própria humanidade. Philip K. Dick é criativo inteligente e muito perspicaz ao escrever e suas histórias são recheadas de elementos que poderiam dar origem a séries com conteúdos abundantes. Pretendo ler seus romances e mergulhar um pouco mais em suas ideias para formular uma opinião mais abrangente sobre seus livros mas os contos foram um ótimo aperitivo para essa fã de ficção científica. Recomendo o livro para quem quer começar a ler o autor.

    98 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 1766
    • 5 estrelas39%
    • 4 estrelas44%
    • 3 estrelas16%
    • 2 estrelas1%
    • 1 estrelas0%
    Philip Kindred Dick profile picture

    Philip Kindred Dick

    Philip Kindred Dick, também conhecido pelas iniciais PKD, foi um escritor americano de ficção científica que alterou profundamente este gênero literário. Apesar de ter tido pouco reconhecimento em vida, a adaptação de várias das suas novelas ao cinema acabou por tornar a sua obra conhecida de um vasto público, sendo aclamado tanto pelo público como pela crítica e tornando-se um ícone da contracultura. Sua obra é marcada por fantasmagóricas histórias de paranóia e primam pela originalidade. Explorou em muitas das suas histórias temas como a realidade e a humanidade, utilizando normalmente como personagens pessoas comuns e não heróis galácticos comumente associados a obras do gênero. Sua obra mais conhecida em vida foi <i>O Homem no Castelo Alto</i> (1961), vencedor do Prêmio Hugo de ficção científica. Apesar de ter tido pouco reconhecimento em vida, a adaptação de várias das suas novelas ao cinema acabou por tornar a sua obra conhecida de um vasto público, sendo aclamado tanto pelo público como pela crítica. Filho de um funcionário do governo federal, a sua irmã gémea morreu quase à nascença. Os seus pais divorciaram-se quando Philip contava quatro anos de idade. Acompanhou a mãe na sua mudança para a Califórnia, onde estudou, ingressando na Escola Secundária de Berkeley, onde permaneceu até 1945. Matriculou-se então na Universidade da Califórnia, onde estudou Filosofia e Alemão, abandonando o curso para trabalhar como disc-jockey numa emissora de rádio, mantendo, ao mesmo tempo, uma loja discográfica. Começou a escrever nesta época, publicando o seu primeiro conto de ficção científica na revista Planet Stories. Chegou a terminar alguns romances de índole autobiográfica, mas não conseguiu encontrar quem os editasse. Decidiu portanto dedicar-se inteiramente à ficção científica, convicto de que este género poderia melhor abarcar as suas especulações filosóficas. A sua primeira obra publicada foi Solar Lottery de 1955. A ação da obra decorria no século XXIII, num tempo em que a democracia como forma de eleição foi substituída por uma sistema de loteria que decide as funções dos indivíduos na sociedade. No entanto, vem-se a descobrir que a sorte está viciada. Após o aparecimento de obras como Eye In The Sky de 1956, Dr Futurity de 1960 e Vulcan's Hammer de 1960, Philip K. Dick conseguiu ser reconhecido como escritor, sobretudo com a publicação de The Man In The High Castle (O Homem do Castelo Alto) de 1962. O romance recriava um mundo em que a Alemanha e o Japão haviam vencido a Segunda Guerra Mundial. Por ter mantido relações com o Partido Comunista norte-americano, o escritor foi alvo de cuidadosas investigações por parte do FBI e dos serviços secretos da Força Aérea dos EUA. A visão quase paranóica da realidade que Dick demonstrou em muitos dos seus trabalhos não seria portanto de todo infundada. Inspirando-se em ideias do Budismo, Cabalismo, Gnosticismo e outras doutrinas herméticas, e combinando-as com certos aspectos das novas crenças na parapsicologia, extraterrestres e percepção extra-sensorial, o autor criou mundos alternativos nos quais acabou eventualmente por julgar viver. Consumindo drogas em excesso, alegou ter sido contactado em 1974 por uma inteligência alienígena. PKD explorou em muitas das suas obras temas como a realidade e a humanidade, utilizando normalmente como personagens pessoas comuns e não os normais heróis galácticos de outras obras do gênero. Precursor do gênero cyberpunk, o seu livro Do Androids Dream of Electric Sheep? (Androides Sonham Com Ovelhas Elétricas?) inspirou o filme Blade Runner que, já perto da sua morte por um AVC (Acidente Vascular Cerebral), serviu como introdução a Hollywood e levou a que outras obras suas fossem adaptadas ao cinema. Os filmes Minority Report: A Nova Lei, O Vingador do Futuro, Screamers: Assassinos Cibernéticos, O Pagamento, Impostor, O Vidente, Os Agentes do Destino e O Homem Duplo, também são baseados em novelas ou contos de Dick.

    162 Livros
    939 Seguidores
    Califórnia, Estados Unidos

    Philip Kindred Dick