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    Amar, Verbo Atemporal -

    Henrique Rodrigues

    Rocco
    2012
    240 páginas
    8h 0m
    ISBN-13: 9788532527752
    Português Brasileiro
    3.7
    26 avaliações
    Leram35Lendo1Querem16Relendo1Abandonos0Resenhas3
    Favoritos3Desejados16Avaliaram26

    Abrangendo a produção literária de cinco séculos, a coletânea de poesia Amar, verbo atemporal apresenta o que nenhuma outra jamais conseguiu: um verdadeiro mosaico das mais variadas e distintas interpretações líricas do amor. Organizado pela poeta e tradutora Celina Portocarrero, o livro reúne 50 poemas de autores clássicos, nascidos entre os anos de 1623 e 1897, e mais outros 50 inéditos, de autores nascidos entre 1936 e 1989, traçando em cores diversas uma ampla radiografia do sentimento amoroso, colhida de todos os cantos do país e abarcando os principais momentos da poesia brasileira. O livro colhe pérolas da literatura nacional, como um poema do multifacetado Euclides da Cunha, autor do clássico Os Sertões, e mais versos de autores cujas poesias são pouco conhecidas, como os de Machado de Assis, Arthur Azevedo e da única mulher entre os poetas clássicos, Carmem Freire, baronesa de Mamanguape. Além de resgatar os barrocos Gregório de Mattos e Manoel Botelho, considerado o primeiro autor brasileiro a ter um livro impresso, a obra junta o melhor da safra de nossos poetas românticos, entre os quais Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu e Sousândrade, passando pela tríade parnasiana formada por Olavo Bilac, Alberto de Oliveira e Raimundo Correia e pelos simbolistas Cruz e Souza, Alphonsus de Guimaraens e Pedro Kilkerry. Entre os contemporâneos, figuram veteranos, como o imortal da Academia Brasileira de Letras Domício Proença Filho e o premiado Ruy Espinheira Filho. Mais conhecidos como ficcionistas, os autores André de Leones e Adriana Lisboa, já publicados pela Rocco, mostram exemplares de suas obras poéticas ainda inéditas. Antonio Carlos Secchin e Suzana Vargas, mais conhecidos por trabalharem com crítica e teoria literária, também dão sua contribuição. E os poetas da nova geração, como Bruna Beber, Ramon Melo e os novíssimos Alice Sant’Anna e Flávio Morgado – nascidos, respectivamente, em 1988 e 1989 – mostram a nova cara da escrita poética sobre relações amorosas, ratificando o que o título do livro deixa claro: que o amor – do barroco ao moderno, do mais puro e ingênuo ao mais incompreensível e abrasador – não tem tempo, está sempre atual e nunca envelhece.

    Resenhas (3)Ver mais
    Beatriz Albuquerque picture
    Beatriz Albuquerque30/08/2021Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    No início e quase chegando no meio estava super animada e gostando muito dos poemas, chegou no meio pro final só ladeira abaixo, comecei a querer jogar o livro longe. Concluindo, terminei na força do ódio. Dizendo amém, quando acabou. Kkkk

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 26
    • 5 estrelas31%
    • 4 estrelas23%
    • 3 estrelas38%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas0%
    Henrique Rodrigues profile picture

    Henrique Rodrigues

    Henrique Rodrigues nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 1975. É mestre e doutor em Literatura pela PUC-Rio e trabalha com projetos de educação e cultura. Participou de diversas antologias e é autor do romance O próximo da fila (Record), do livro de poemas A musa diluída (Record), Sofia e o dente de leite (infantil, Memória Visual), Alho por alho, dente por dente (infantil, Memória Visual), dentre outros. Organizou as antologias Como se não houvesse amanhã: 20 contos inspirados nas músicas da Legião Urbana e O livro branco: 20 contos inspirados em músicas dos Beatles (ambos pela Record). Twitter @henriquerodrix

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    6 Seguidores

    Henrique Rodrigues