"Minhas hunildes considerações neste trabalho não pretendem criticar nada, negar nada, tampouco afirmar nada, mas sim, convidar o leitor a repensar sobre algumas 'questões intrigantes' que aqui são abordadas. Tais questões convergem quase sempre para o tema da religiosidade, cuja diversidade de conceitos - quase sempre incoerentes - resultou na criação de uma infinidade de religiões nas quais os homens se sentem perdidos. (...) Com o objetivo de tentar entender por que o homem age com tanta incoerência e com tanta dissimulação, foi preciso buscar na História, na Antropologia e, principalmente, na Psicologia, a razão de ser de fatores que nos direcionaram rapidamente para a Teologia que, por suas questões intrigantes, paradoxais ou incoerentes, apresenta-se como dententora da maior razão de tudo." (O Autor)