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    As Máximas de Epicteto -

    Epicteto

    Kiron
    2010
    80 páginas
    2h 40m
    ISBN-13: 9788561341398
    Português Brasileiro
    3.8
    27 avaliações
    Leram37Lendo2Querem43Relendo1Abandonos2Resenhas5
    Favoritos3Desejados43Avaliaram27

    Em 353 máximas, Epicteto descreve sobre a realidade humana, sabedoria, e quais as coisas devem ou não ser levadas em conta em nosso caminho.

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    Resenhas (5)Ver mais
    Alan Vieira Barbosa picture
    Alan Vieira Barbosa13/09/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Obra de leitura simples, porém com uma profundidade de conhecimentos inexplicáveis!

    7 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 27
    • 5 estrelas30%
    • 4 estrelas26%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas11%
    • 1 estrelas0%
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    Επίκτητος

    Epiteto (em grego: Επίκτητος, transl. epiktetos, "comprado"; Hierápolis, 55 - Nicópolis, 135) foi um filósofo grego estóico que viveu a maior parte de sua vida em Roma, como escravo a serviço de Epafrodito, o cruel secretário de Nero que, segundo a tradição, uma vez quebrou-lhe uma perna. Epicteto foi um filósofo grego, pertencente à Escola Estóica, que viveu a maior parte de sua vida como escravo em Roma. De seus ensinamentos conservam-se um "Enchyridion", ou "Manual", e alguns discursos, editados por seu discípulo, Flávio Arriano. Seu nome vem do grego, "epiktetos", que quer dizer "adquirido" ou "comprado". Seu nome de nascimento é, infelizmente, desconhecido. Epicteto nasceu em 55 d. C. em Heliópolis, na Frígia (atualmente, Pamukkale, Turquia). Ainda durante a infância chegou a Roma como escravo do liberto Epafrodito, que havia servido como escravo do imperador Nero. Graças a Epafrodito, Epicteto estudou com o filósofo estóico Musônio Rufo. A data da manumissão (libertação legal) de Epicteto é incerta. O que se sabe é que, por volta do ano 93 d. C. ele foi exilado, junto com outros filósofos residentes em Roma, pelo imperador Domiciano. Dirigiu-se, então, a Nicópolis, no noroeste da Grécia, onde abriu sua própria escola. Entre os romanos que, apesar do exílio, o procuraram como mestre estava Flávio Arriano, que chegaria a ser historiador de Alexandre, o Grande, e que conservaria os textos com ensinamentos de seu professor na obra "Discursos de Epicteto". Epicteto faleceu em Nicópolis, no ano 135 d. C.

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    Frígia, Império Romano

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