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    Anjos Caídos -

    Harold Bloom

    Objetiva
    2008
    88 páginas
    2h 56m
    ISBN-13: 9788573029192
    Português Brasileiro
    3.6
    91 avaliações
    Leram130Lendo4Querem62Relendo0Abandonos4Resenhas12
    Favoritos6Desejados62Avaliaram91

    Em toda a literatura os anjos têm servido como metáfora da morte. Por quê? Ser caído faz parte da condição humana, explica Harold Bloom, autor de 'Anjos Caídos'. Daí vem o reconhecimento da mortalidade. Bloom oferece ao leitor um pouco de conforto, com a consciência recíproca de que os anjos também representam o amor e a celebração das possibilidades humanas.

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    Resenhas (12)Ver mais
    Ana Paula Fernandes Avila picture
    Ana Paula Fernandes Avila01/12/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    O que John Milton, Zaratustra, George Gordon, Lord Byron, Oscar Wilde, Ernest Hemingway, As irmãs Brontë, Shakespeare, São Francisco de Assis, C. S. Lewis, Santo Agostinho, William Blake e Mary Shelley tem em comum? Neste livro, Harold Bloom nos traz definições e diferenças de anjos, anjos caídos e demônios, e como eles aparecem nas maiores obras da literatura mundial, inclusive nos livros da Bíblia.

    8 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 91
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas26%
    • 3 estrelas41%
    • 2 estrelas5%
    • 1 estrelas4%
    Harold Bloom profile picture

    Harold Bloom

    Harold Bloom foi um professor e crítico literário estadunidense. Ele ficou conhecido como um humanista porque sempre defendeu os poetas românticos do século XIX, mesmo num tempo em que suas reputações eram muito baixas. Bloom é autor de diversas teorias controversas sobre a influência da literatura além de um defensor ferrenho da literatura formalista (a arte pela arte), em oposição a visões marxistas, historicistas, pós-modernas, entre outras. Em Contos e poemas para crianças extremamente inteligentes de todas as idades, coletânea de contos organizada por Bloom e editada em português, Bloom afirma que foi um menino bastante solitário apesar de rodeado por familiares carinhosos, e continua solitário depois de uma vida inteira dedicada ao ensino, à leitura e à escrita. "Mas teria estado bem mais isolado se poemas e histórias não tivessem me alimentado, e se não continuassem a me incentivar", completa. Bloom é um dos grandes impulsionadores contemporâneos do conceito de Cânone Ocidental. Shakespeariano, um dos grandes defensores da chamada "bardolatria", escreveu Shakespeare - A Invenção do Humano e Hamlet - Poema Ilimitado, dois grandes ensaios sobre o bardo. Terry Eagleton, teórico da literatura, afirma que "a teoria literária de Bloom representa uma volta apaixonada e desafiadora à ‘tradição’ romântico protestante". Para ele "a crítica de Bloom revela com clareza o dilema do liberal moderno, ou humanista romântico, o fato que não é possível uma reversão a uma fé humana otimista, serena, depois de Marx, Freud e do pós-estruturalismo, mas que por outro lado qualquer humanismo, como o de Bloom, tenha sofrido as pressões agônicas dessas doutrinas". Lecionou durante muitos anos as disciplinas de humanidades na Yale University e inglês na New York University. Morreu em 2019.

    49 Livros
    59 Seguidores
    Nova Iorque, Estados Unidos

    Harold Bloom