100 Plus - How the Coming Age of Longevity Will Change Everything, From Careers and Relationships to Family and Faith

    Sonia Arrison

    Basic Books
    2011
    272 páginas
    9h 4m
    ISBN-13: 9780465019663

    Humanity is on the cusp of an exciting longevity revolution. The first person to live to 150 years has probably already been born. What will your life look like when you live to be over 100? Will you be healthy? Will your marriage need a sunset clause? How long will you have to work? Will you finish one career at sixty-five only to go back to school to learn a new one? And then, will you be happily working for another sixty years? Maybe you’ll be a parent to a newborn and a grandparent at the same time. Will the world become overpopulated? And how will living longer affect your finances, your family life, and your views on religion and the afterlife? In 100 Plus, futurist Sonia Arrison takes us on an eye-opening journey to the future at our doorsteps, where science and technology are beginning to radically change life as we know it. She introduces us to the people transforming our lives: the brilliant scientists and genius inventors and the billionaires who fund their work. The astonishing advances to extend our lives—and good health—are almost here. In the very near future fresh organs for transplants will be grown in laboratories, cloned stem cells will bring previously unstoppable diseases to their knees, and living past 100 will be the rule, not the exception. Sonia Arrison brings over a decade of experience researching and writing about cutting-edge advances in science and technology to 100 Plus, painting a vivid picture of a future that only recently seemed like science fiction, but now is very real. 100 Plus is the first book to give readers a comprehensive understanding of how life-extending discoveries will change our social and economic worlds. This illuminating and indispensable text will help us navigate the thrilling journey of life beyond 100 years.

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    Paulo Santoro03/08/2012Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Anotações de leitura, esparsas

    Aqueles que se opõem à escolha das pessoas - no caso, de melhorar-se geneticamente - é que estão sendo tiranos (em virtude da crítica de que mudanças genéticas correspondem a atitudes de tiranos nazistas e soviéticos). Interessante situação: se existe um tratamento genético disponível para bebês terem mais saúde, e os pais decidem não utilizá-lo, isso não acabaria sendo considerado como maus-tratos? Uma ocorrência na página 89 me fez pensar em algo. Descreveu-se o argumento de que conseguir a longevidade teria o contra de oferecer essa longevidade também a pessoas ruins. Imagine Mao ou Stalin vivos ainda hoje. O interessante é que a autora enfrenta isso com DOIS argumentos: 1) Na verdade, seria bom haver a longevidade, porque o tempo aumentaria ainda mais os inimigos dessas pessoas, que ainda em vida acabariam por ser julgados por seus atos, ao contrário do que houve com Pinochet, que morreu bem velho quando estava prestes a isso. 2) Se o argumento fosse bom, então estaríamos errados ao criar todo tipo de medicamento, esses que têm feito a expectativa de vida aumentar. Se pararmos para pensar, o argumento 2 é tão suficiente que não haveria a necessidade de desenvolver o 1, que exige mais palavras e justificativas. O 2 é curto e ganha o jogo fácil. Então por que a autora se sentiu na necessidade de desenvolver o 1? Aí é que entra o interessante. Quando se trata de PENSAR em uma longevidade expressivamente maior, parece que os argumentos mais óbvios começam a falhar. Ou seja, talvez o argumento 2 seja, na verdade, fraco. A grande longevidade é algo de fato diferente. Afinal, como li em alguma outra parte, mesmo quando a expectativa de vida era menor, havia pessoas que chegavam a 80 anos, a 90, a 100. Quer dizer, essas idades ainda continuam sendo aceitáveis com normalidade, elas apenas passaram a atingir um maior número de pessoas nesses últimos 100 anos. Mas falar de pessoas chegarem a mais de 200, ou mesmo a 150 anos, trata-se de algo que no mínimo parece qualitativamente diferente, e por isso provoca contrariedades. Em seguida a autora mostra 2 cientistas políticos, um de direita e outro de esquerda, questionando a longevidade genética porque poderia criar um problema político grave. O primeiro teme que apenas alguns se beneficiem, o que podemos imaginar que aconteceria tanto por problemas econômicos como por adaptabilidade. A tecnologia, inclusive biológica, está acelerando muito rapidamente, inclusive no sentido do barateamento. Kurzweil aponta que o tratamento da Aids há 15 anos custava 30.000 por ano e funcionava não tão bem, e hoje custa 100 por ano e funciona bem. Ao falar da família (100-112), a autora mostra que as pessoas casam e têm filhos cada vez mais tarde (já sabemos) e que isso deve se intensificar com a longevidade. Com tempo pela frente, as pessoas vivem uma “adultescência”, um período mais prolongado entre ser adolescente e adulto, em que vão alternando estudo e trabalho até se estabilizarem. Isso pode produzir uniões cada vez mais estáveis, pois os divórcios são significativamente maiores entre os que casam muito jovens e tem pouco estudo. Falando da parte financeira (128...), ela mostra as evidências de que quanto mais saúde (equivale a “quanto mais longevidade), mais uma nação progride financeiramente. Um aumento grande de longevidade levaria a um enorme aumento nas condições financeiras. E como ficam as religiões? Ele trata aqui da vida após a morte. Mesmo nos EUA, a crença nela, que vinha diminuindo até 1970, voltou a aumentar até 2010. Isso mesmo entre aqueles já religiosos: os católicos que acreditam em vida após a morte passaram de 67% para 85%. Entre os judeus: de 17% a 74%!

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