Repleto de imagens que cantam e dançam sob a superfície das palavras. É assim que leio os meus poemas, tão completo de confusões e soluções para os meus anseios. Tão ressoante de sentidos que nunca se esgotam sob os meus olhos e tato. Cada vez que os leio é a única leitura, que me atrai e me prende em redes de um denso oceano, me obrigando "a invadir o que [lhes] abriga". Dalyene Portela
