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    Novum Organum -

    Francis Bacon

    Membros do Grupo de Discussão Acrópolis
    1952
    94 páginas
    3h 8m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.7
    16 avaliações
    Leram32Lendo7Querem63Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos0Desejados63Avaliaram16

    Novum Organum é uma obra de cunho científico e filosófico publicada em 1620 por Francis Bacon. Na obra, inicialmente, Bacon preocupou-se com os (ídolos), análise de falsas noções que seriam essas análises responsáveis por erros cometidos pela ciência ou pelos homens que diziam fazer ciência, isto passa a ser um dos aspectos mais fascinantes e de interesse permanente na filosofia de Bacon, onde ele apresenta um novo método de pesquisa, desprezando o silogismo de Aristóteles. Propõe assim um método de indução pelo exame dos fatos a procura da lei que os rege. O método de Bacon tinha por objetivo constituir uma nova maneira de estudar os fenômenos naturais. Segundo o próprio Bacon, a descoberta de fatos verdadeiros não depende do raciocínio silogístico aristotélico mas de observação e experimentação regulada pelo raciocínio indutivo. O conhecimento verdadeiro é resultado da concordância e da variação dos fenômenos que, se devidamente observados, apresentam a causa real dos fenômenos. Para isso, no entanto, dizia Bacon, ser necessário descrever de modo pormenorizado os fatos observados para, em seguida, confrontá-los com três tábuas que disciplinarão o método indutivo.

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    Resenhas (1)Ver mais
    Julio Guimarães picture
    Julio Guimarães02/05/2026Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Não gostei

    Do meio pro final ficou chato. Francis Bacon foi um filósofo fora de série. Mas esse não foi o melhor livro dele.

    7 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 16
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas38%
    • 3 estrelas19%
    • 2 estrelas19%
    • 1 estrelas0%
    Francis Bacon profile picture

    Francis Bacon

    Francis Bacon, 1°. Visconde de Alban,[1] também referido como Bacon de Verulâmio (Londres, 22 de janeiro de 1561 — Londres, 9 de abril de 1626) foi um político, filósofo e ensaísta inglês, barão de Verulam (ou Verulamo ou ainda Verulâmio), visconde de Saint Alban. É considerado como o fundador da ciência moderna. Desde cedo, sua educação orientou-o para a vida política, na qual exerceu posições elevadas. Em 1584 foi eleito para a câmara dos comuns. Sucessivamente, durante o reinado de Jaime I, desempenhou as funções de procurador-geral (1607), fiscal-geral (1613), guarda do selo (1617) e grande chanceler (1618). Neste mesmo ano, foi nomeado barão de Verulam e em 1621, barão de Saint Alban. Também em 1621, Bacon foi acusado de corrupção. Condenado ao pagamento de pesada multa, foi também proibido de exercer cargos públicos. Como filósofo, destacou-se com uma obra onde a ciência era exaltada como benéfica para o homem. Em suas investigações, ocupou-se especialmente da metodologia científica e do empirismo, sendo muitas vezes chamado de "fundador da ciência moderna". Sua principal obra filosófica é o Novum Organum. Francis Bacon foi um dos mais conhecidos e influentes rosacruzes e também um alquimista, tendo ocupado o posto mais elevado da Ordem Rosacruz, o de Imperator. Estudiosos apontam como sendo o real autor dos famosos manifestos rosacruzes, Fama Fraternitatis (1614), Confessio Fraternitatis (1615) e Núpcias Alquímicas de Christian Rozenkreuz (1616).

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    Francis Bacon