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    Nós - A muralha verde

    Yevgeny Zamyatin

    GRD
    1963
    172 páginas
    5h 44m
    ISBN-13: 9781743341490
    Português Brasileiro
    3.8
    4743 avaliações
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    1ª edição brasileira da ficção distópica "Nós", aqui com o titulo de A MURALHA VERDE, mas é o mesmo livro. 'Nós' é um romance distópico escrito entre 1920 e 1921 pelo escritor russo Yevgeny Zamyatin. A história narra as impressões de um cientista sobre o mundo em que vive, uma sociedade aparentemente perfeita mas opressora, e seus conflitos ao perceber as imperfeições dele, ao travar contato com um grupo opositor que luta contra o "Benfeitor", regente supremo da nação. O livro só adentrou legalmente a pátria-mãe do autor em 1988, com as políticas de abertura do regime soviético, devido à censura imperante no país.

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    Resenhas (864)Ver mais
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    André Lucena01/05/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    “Não existe revolução final, as revoluções são infinitas.”

    Bem, chegou ao fim a leitura de "Nós". Vou falar primeiramente, em um contexto geral, tudo que me agradou na leitura: o cenário político ditatorial em que o povo vivia, com paredes de vidro (isso antes da invenção da TV, uma sacada genial do autor) e tudo que falam ou fazem, sendo observado e controlado por um "Benfeitor" (figura quase que divina, aos olhos dos habitantes daquela civilização), como um Reality Show dos dias atuais; toda reflexão sobre liberdade x felicidade, que se encaixa em qualquer época e proporciona diversos gatilhos de raciocínio; a ideia de revolução, que mostra (ou deveria mostrar) que o povo tem vez e voz, que só a partir dessa voz, pode-se lutar pelo que acreditam, enfim... Achei interessante também, por 11 capítulos [contidos no livros, como "resumos" feitos pelo narrador e protagonista D-503], a mudança na fonte utilizada (representando um período de imaginação), retornando ao final, como se quando ele tivesse retomado a "consciência", tivesse restabelecido a sua escrita habitual. Agora, os pontos fracos no livro para mim: por diversos momentos, o uso exagerado de linguagem metafórica atrapalhou o entendimento da narrativa (o problema é o excesso); alguns acontecimentos estranhos, que indicavam serem explicados ao decorrer da história acabaram não sendo explicados; a "mocinha" da história, I-330, por quem D-503 se apaixona, é excessivamente misteriosa (o problema novamente é o excesso), em nenhum momento demonstrado no livro quais as suas reais intenções; isso aconteceu também com outros personagens, que pareceram existir na história, terem certas funções para a narrativa, porém, foram pouco explorados, não existindo uma explicação por trás de suas atitudes, ficou uma sensação de "tá, mas por quê?". Com tantos pontos negativos, pode parecer que não é uma boa leitura, mas é sim. Eu recomendo para quem curte distopias e para quem procura refletir sobre a importância da liberdade.

    162 curtidas

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