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    Contos -

    Artur Azevedo

    Editora Três
    1973
    282 páginas
    9h 24m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.5
    4 avaliações
    Leram5Lendo0Querem2Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos0Desejados2Avaliaram4
    Resenhas (2)Ver mais
    Rebeca Dccv picture
    Rebeca Dccv13/08/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Desde o dia feliz em que, pasmado, pela primeira vez avi

    Assim como a maioria dos leitores , comecei a criar gosto pela leitura e experimentar os diversos tipos de literatura. Embora ouve-se este gosto por ler, não me agradava contos e crônicas. A medida que cresci (como pessoa e leitor) li alguns contos e crônicas do Machado de Assis e percebi o que estava perdendo ao não ler este tipo de livro. E não foi diferente com os contos de Artur de Azevedo que me causou imenso prazer. Neles encontrei um cotidiano diferente do meu onde moças eram cortejadas e o modo como as pessoas são tratadas era distinto do atual. Também encontrei textos deliciosos e inteligentes onde a forma de se escrever não se encontra com facilidade nos tempos atuais (tal pensamento influenciado, é claro, pelo prazer de saborear um livro clássico). Este livro lhe dá uma pequena amostra, segundo o olhar se Artur, de sua época e algumas aventuras e situações que não podemos presenciar além do papel.

    8 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.5 / 4
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas25%
    • 2 estrelas25%
    • 1 estrelas0%
    Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo profile picture

    Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo

    Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo nasceu em 7 de julho de 1855, em São Luís - MA e faleceu em 22 de outubro de 1908, na cidade do Rio de Janeiro. Filho de David Gonçalves de Azevedo, vice-cônsul de Portugal em São Luís, e Emília Amália Pinto de Magalhães. Em 1871 escreveu uma série de poemas satíricos sobre as pessoas de São Luís, perdendo o emprego de amanuense (copista de textos à mão). Seguiu para o Rio de Janeiro aos 18 anos de idade (1873), onde foi tradutor de folhetins e revisor de "A Reforma", tornando-se conhecido por seus versos humorísticos. Escrevendo para o teatro, alcançou enorme sucesso com as peças "Véspera de Reis" e "A Capital Federal". Fundou a revista "Vida Moderna", onde suas crônicas eram muito populares. Colecionador de obras (pinturas, gravuras e esculturas) e crítico de arte nos jornais cariocas, constituiu um vasto acervo denominado postumamente de "Coleção Arthur Azevedo de Gravuras". Foi amigo de artistas como Victor Meirelles, Rodolfo e Henrique Bernardelli, Modesto Broccos e João Zeferino da Costa. Artur de Azevedo, prosseguindo a obra de Martins Pena, consolidou a comédia de costumes brasileira, sendo no país o principal autor do Teatro de revista, em sua primeira fase. Sua atividade jornalística foi intensa, devendo-se a ele a publicação de uma série de revistas, especializadas, além da fundação de alguns jornais cariocas. Era irmão mais velho do escritor Aluísio Azevedo, autor de "O Cortiço" e "O Mulato".

    33 Livros
    15 Seguidores
    Maranhão, Brasil

    Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo