Grandes idéias, pequenos desenvolvimentos.
A premissa do livro é até interessante: um cientista sofre um acidente com um telescópio experimental e vai parar 250 séculos no futuro, mas não da maneira convencional que vemos em histórias mais conhecidas, como De Volta Para o Futuro, por exemplo. O que viaja na verdade é a consciência do personagem principal, indo parar em uma caixa craniana mecânica onde existe uma inteligência artificial ( assim eu entendi ao menos ) que é adorada como uma espécie de oráculo pelos povos tribais que vivem neste futuro. A história tinha grande potencial de desenvolver um mundo fantástico bem interessante onde homens quase neandertais dividem o planeta com uma raça de pássaros evoluídos e homo sapiens ( em pequeno número ) que vivem nas regiões frias da terra desfrutando de uma tecnologia avançada. Seria uma dinâmica bem legal de ver desenvolvida, mas a minha impressão ao terminar o livro foi a de ter lido um rascunho do que teria sido um grande épico de fantasia e Sci-Fi.



