Esse livro ficou na minha 'estante' por quase um ano, a capa assim como o nome e a sinopse não me agradaram. Comecei a ler uma vez, abandonei.
Ontem, resolvi lê-lo. E diferentemente do que ocorreu da primeira vez, o livro me prendeu.
A história é simples, doce, envolvente. As brigas do casal engraçadíssimas.
Eu, como feminista que sou. E como é um romance histórico. Sempre fico irritada quando se trata dos direitos e deveres das mulheres do séculos passados. E nesse livro, eles são postos a tona. A mulheres tem o dever de dar um filho legítimo ao marido. O homem tem direitos sobre as mulheres. Eles podem praticar adultério, que tudo bem.A esposa deve permanecer calada. Se a esposa o pratica ele pode pedir o divórcio. Algumas das coisas que me deixam feliz de viver no século XXI, onde a igualdade (quase)existe.
Um pequeno trecho:
"— Você amou alguma de suas amantes? Qualquer uma?
— Não.
— Você me amava, John? — Já sabia a resposta, mas queria que ele admitisse. — Quando me pediu em casamento e disse que me amava... era verdade?
— Eu... — Passou a mão pelo rosto,suspirou e olhou-a bem nos olhos.
-Não."
Achei diferente, já que o John não sabia o que era amor e como aos poucos, Victoria ensinou ele a se importar com as coisas.
O único ponto fraco que achei(que vou falar na forma de uma pergunta indgnada) é: Como diabos uma mulher consegue ser altruísta (que pra mim, tá mais pra sangue frio)suficiente pra sentir pena da amante do marido?! Por favor. Laura Lee apelou aí.
Mas no geral, um bom livro pra passar o tempo.
Três estrelas.
:)