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    A Viuvinha -

    José de Alencar

    FTD
    1999
    79 páginas
    2h 38m
    ISBN-13: 9788532260697
    Português Brasileiro
    3.6
    5970 avaliações
    Leram13414Lendo118Querem1197Relendo9Abandonos117Resenhas302
    Favoritos139Desejados1197Avaliaram5970

    Na obra de Jose de Alencar, "A Viuvinha", publicado em 1860, inclui-se entre os chamados romances, urbanos, que retratam os costumes da sociedade carioca do Segundo Reinado. Principal escritor brasileiro do período do Romantismo, José de Alencar publicou vinte romances nos quais procurou mapear o país em todas as suas dimensões, utilizando os recursos do romance urbano, regionalista, indianista e histórico. Jorge e Carolina. Nunca se viu um casal tão apaixonado. Todas as noites, o namoro puro, cheio de encanto e doçura. E afinal o casamento, que deveria durar para sempre. Mas Jorge, sem saber, precisava acertar velhas contas, e a morte o seu preço. A única esperança é que tudo fosse apenas um conto de fadas, onde o amor é tão grande que a morte fica pequena.

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    Juliana  picture
    Juliana 14/08/2011Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Saindo do armário

    Uma coisa que eu desprezo nos brasileiros é o fato que podem não ter cultura alguma, detestar ler livros ou simplesmente odiar os clássicos, mas sempre têm medo de admitir isso. Então vou sair do meu armário e botar a cara à tapa aqui. A Viuvinha, de José de Alencar, é um dos piores livros que eu já li, e já li livros horríveis. Cuidado, diabéticos! Ele é meloso a proporções hediondas. Pelo menos uma vez por parágrafo você vai encontrar uma frase do tipo "o amor dos dois era como o sol da primavera brilhando sobre o orvalho no campo florido, e seus corações desaceleravam com blabblablablablablá". O livro até parece tentar construir um suspense, mas falha miseravelmente uma página depois, a não ser que o leitor seja obtuso o suficiente pra não perceber o que está acontecendo na hora. Sinceramente, não entendo como uma história em que absolutamente nada acontece pode ser tão longa. Até Crepúsculo, com páginas e mais páginas descrevendo o Edward "reluzindo como milhões de diamantes" não consegue ser tão brega quanto esse livro. Desculpe-me, Stephenie Meyer, mas José de Alencar é e sempre será o autor mais brega da história. Pronto. Falei mal do José de Alencar. Se atraí a fúria da Academia Brasileira de Letras, eles vão ter que lidar com isso, já que atraíram a minha primeiro, transformando livros incrivelmente escrotos em clássicos.

    54 curtidas

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    • 1 estrelas3%
    José Martiniano de Alencar profile picture

    José Martiniano de Alencar

    Nasceu em Messejana, na época um município vizinho a Fortaleza. A família transferiu-se para a capital do Império do Brasil, Rio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de Direito em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854, estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856 publica o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em (1857) que alcançará notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros. José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro, epopeia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a

    406 Livros
    1.664 Seguidores
    Ceará, Brasil

    José Martiniano de Alencar