Marketing Radical - 10 Cases de Quem Quebro as Regras e Venceu!

    Sam Hill, Glenn Rifkin

    Campus Elsevier
    1999
    299 páginas
    9h 58m
    ISBN-10: 8535204857
    Português Brasileiro

    Para quem quiser conhecer como algumas das mais dinâmicas empresas dos Estados Unidos se tornaram líderes, usando estratégias de marketing radical, este livro torna-se leitura obrigatória. Demonstra como qualquer empresa, grande ou pequena, pode alcançar um sucesso sem precedentes adotando uma postura radical.

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    André Menezes20/04/2018Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    DECEPCIONANTE

    As regras do Marketing Radical são: 1. Ter ligações viscerais com os seus clientes. 2. Se concentrar em crescer e expandir, e não em lucro. 3. Trabalhar com recursos limitados. Ideias amplas demais, e seria uma pena se não fossem explicadas (não são). Muito se lê frases como "fulano construiu uma equipe inteligente, unida, capacitada para desenvolver uma marca forte que perdurasse durante anos, criando uma legião de fãs. Além de tudo, manteve uma ligação visceral com seus clientes". Legal, mas COMO que isso foi feito? Não explica, o livro apenas se enche de adjetivos bonitos e chamativos. Em todas as oportunidades que tem, o autor critica toda forma de publicidade, de pesquisa de mercado, e também o "marketing tradicional". Mas elogiam muito eventos de ação promocional, que nada mais é do que marketing promocional, ou seja, publicidade, ações feitas por agências de eventos. Preferem conversar com os clientes "cara a cara", do que "pesquisas encomendadas". Preferem "dados frescos", do que de "segundo plano". No fim das contas, podemos traduzir como preferem dados primários do que secundários, o que não deixa de ser pesquisa. A parte do Grateful Dead se resume a uma biografia da banda. O autor fala várias vezes que eles "estenderam a marca sem banalizar". Legal, como fizeram isso? Só falam que a banda abriu lojas físicas pra vender vários produtos com a marca da banda. Não fala se a loja é física ou virtual, se tinha eventos, assinantes, descontos, prioridade na compra de ingressos, só fala "abriram uma loja". A todo momento encontramos parágrafos como esse: "Assim como a [empresa analisada], outras empresas de marketing radical..." (aqui eles tentam unir teoria com a prática daquela empresa, explicando o que é uma empresa de marketing radical) Mas os próximos 15 parágrafos, é uma historinha/biografia da empresa, simplesmente para entreter, se esquece de falar de marketing. Ou seja, o livro se concentra no pós marketing radical aplicado ("a consequência foram essas vantagens"), mas não explica o pré marketing radical ("a estratégia para aplicar foi pensada dessa forma"). Inútil, não aproveitável, não perca tempo, não leia.

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