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    A arte de lidar com as mulheres -

    Arthur Schopenhauer

    Martins Fontes
    2003
    137 páginas
    4h 34m
    ISBN-10: 8533619995
    Português Brasileiro
    3.4
    141 avaliações
    Leram301Lendo9Querem230Relendo0Abandonos2Resenhas9
    Favoritos6Desejados230Avaliaram141

    Ao ler-se o presente tratado, devem ser levados em conta os condicionamentos e as circunstâncias, ou seja, o pesado fardo da tradição machista e os atávicos preconceitos que calcam a pena de Schopenhauer. A ele deve-se pelo menos reconhecer o mérito de ter-se realmente dedicado ao problema da relação entre a filosofia e as mulheres. Depois dele e de Nietzsche, não seria possível ignorá-lo.

    Resenhas (9)Ver mais
    Gabriel Basílio  picture
    Gabriel Basílio 10/04/2022Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Se você quer virar pegador lendo um livro, procure outro.

    Já vi alguns caras que EU SEI, com toda certeza do mundo, não sabem quem é Schopenhauer, argumentarem os mesmos exatos pontos que Arthur articula em certas partes do livro. Achei isso hilário. O que falta aqui é o “jeitinho”: Schopenhauer apresenta sua opinião como fato, o que pode afastar leitores sensíveis. Resumindo: ele odeia as mulheres, mas ama a putaria.

    11 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.4 / 141
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas27%
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    • 2 estrelas13%
    • 1 estrelas7%
    Arthur Schopenhauer profile picture

    Arthur Schopenhauer

    Pessimista em sua visão do mundo, considerou ser a Vontade a última e mais fundamental força da natureza, que se manifesta em cada ser no sentido da sua total realização e sobrevivência. O conceito de Vontade deste filósofo diz respeito a algo infinito, uno, indizível, e não a uma vontade finita, individual, ciente. Ela estaria presente no homem, como em toda a natureza. Para Schopenhauer, a realidade é vontade irracional, onde o finito nada mais é que mera aparência da realidade. A vontade infinita, traz com ela a característica da insaciabilidade, sendo então algo conflituoso que geraria dor e sofrimento ao homem. Foi seminarista até os 14 anos. Iniciou estudos de medicina na universidade de Gottingen, mudando depois para filosofia, na universidade de Berlim. Sua tese Vierfach Wutzel der Zats uber zurechern Grund ( "Sobre a quádrupla raiz do princípio da razão suficiente") foi escrita em 1813. O difícil convívio com sua mãe com certeza marcou sua personalidade mas ela lhe permitiu conhecer intelectuais como Goethe (1749-1832), que freqüentavam sua casa em Weimar, centro da vida cultural alemã em sua época. Com a herança recebida do pai pôde viver sua vida de solteiro com relativo conforto e inteiramente entregue ao seu trabalho intelectual. Seu principal livro, Die Welt als Wille and Vorstellung ou "O Mundo como vontade e representação" (1819), embora o seu livro Parerga e Paraliponema (1851) seja o mais conhecido.

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    Arthur Schopenhauer