A tentativa de Agatha Christie de escrever um livro de espionagem. Diferentemente de seus livros de mistério, Passageiro para Frankfurt abusa da boa vontade do leitor com situações absolutamente ridículas como a anuência ao roubo e ás drogas como forma de ajudar um estranho. A trama de mistério começa de forma lenta e se perde no meio do caminho. De fato, não há final para o livro e várias pontas-soltas permanecem sem resposta. Passe reto, esse livro é a prova que nem sempre a autora acerta.









