WHERE DO BOOKS TAKE YOU? With a suitcase full of Jane Austen novels en español, Amy Elizabeth Smith set off on a yearlong Latin American adventure: a traveling book club with Jane. In six unique, unforgettable countries, she gathered book-loving new friends— taxi drivers and teachers, poets and politicians— to read Emma, Sense and Sensibility, and Pride and Prejudice. Whether sharing rooster beer with Guatemalans, joining the crowd at a Mexican boxing match, feeding a horde of tame iguanas with Ecuadorean children, or tangling with argumentative booksellers in Argentina, Amy came to learn what Austen knew all along: that we're not always speaking the same language— even when we're speaking the same language. But with true Austen instinct, she could recognize when, unexpectedly, she'd found her own Señor Darcy. All Roads Lead to Austen celebrates the best of what we love about books and revels in the pleasure of sharing a good book— with good friends.
All Roads Lead to Austen - A Year-long Journey with Jane
Amy Smith
Relato de viagem e Jane Austen! Como não amar?
Nossa, o tanto que eu amei essa leitura. Amy nos leva por seis países da América Latina com o seu projeto de reunir pessoas para a discussão de livros de Jane Austen. Assim, vamos com ela no seu relato de viagem pelos seis destinos escolhidos: Guatemala, México, Equador, Paraguai, Chile e Argentina. Ela conta como reuniu as pessoas e o que foi discutido em cada grupo, movida por uma curiosidade: será que, assim como os alunos dela nos Estados Unidos, as pessoas daquele país irão traçar relações das histórias de Austen com as suas próprias vidas e vivências atuais? Será que os romances de Austen poderiam ser recontados naquela cultura com adaptações para os seus contextos? E assim, ela formou grupos diversos, de gente muito simples a gente muito exigente com literatura. E vivenciou discussões super interessantes sobre Orgulho e Preconceito, Razão e Sensibilidade e Emma, com perguntas e comentários que se repetem e outros que se destacam de acordo com a vivência daquelas pessoas. Para mim, o maior mérito do livro foi por ela ter costurado todo esse relato com as suas experiências pessoais. Foi muito instigante acompanhar as vivências da autora como estrangeira e aprendiz em cada cidade, rir dos erros no idioma estrangeiro, absorver o encantamento dela com as novas amizades e coisas para ver. Eu me identifiquei bastante com muitas situações, lembrando das minhas experiências de estudo/trabalho em países distantes do meu lar. Ah, e a parte que mais me empolgou: ela perguntava sempre aos locais sobre quais escritores daquele país eram os mais conhecidos na literatura clássica. Tirei tanta recomendação de leitura com esse livro! Fiquei com vontade de conhecer vários dos livros que ela citou e leu. Amy também está sempre refletindo sobre a jornada em relação à obra de Jane Austen. Por vezes, ela se enxerga na situação de personagens específicos. Mas talvez uma das melhores reflexões que ela traz é sobre o quanto viver é uma negociação entre julgar as situações e se permitir descobrir mais sobre elas. Sobre as pessoas, sobre os costumes, sobre o contexto. Como viajante e observadora, ela assume para si o exercício de não parar nas primeiras impressões, muito menos no que acha que vai encontrar antes de realmente viver a realidade de cada país. É um livro maravilhoso para os fãs de Jane Austen, para quem gosta de ler sobre viagens e para quem valoriza boas reflexões.
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