Breve História da Ciência Moderna, vol.2 (Breve história da ciência moderna #2) - Das máquinas do mundo ao Universo-máquina (séc. XV a XVII)

    Andreia Guerra de Moraes, José Claudio de Oliveira Reis, Marco Antonio Barbosa Braga

    Jorge Zahar
    2008
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-13: 9788571107816
    Português Brasileiro

    Dando continuidade à série Breve História da Ciência Moderna, esse segundo volume apresenta o período que vai do século XV ao XVII, quando as profundas transformações iniciadas ainda na Idade Média atingiram o seu ápice. A partir de um cotidiano repleto de máquinas, os europeus começaram a acreditar que tudo poderia ser compreendido por meio de sistemas mecânicos. Com isso, matemática e experimentação migraram do comércio e do trabalho dos engenheiros para os escritos dos filósofos naturais e assim nasceu a ciência moderna. O livro inclui sugestões de leitura e indicações de manifestações artísticas – pinturas, filmes e livros – ilustrativas do período e das questões estudadas. Projetada em cinco volumes, a série trata do conhecimento científico que se desenvolveu num curto período de tempo da história da humanidade — da Idade Média até hoje. Enfatizando o diálogo entre diferentes campos do conhecimento, os autores constroem um painel útil para quem deseja encontrar a porta de entrada dos principais problemas que formam o universo da ciência.

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    Gleiciane18/02/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Impressionante

    Descobri com este pequeno volume informações novas e super interessantes, na minha opinião, sobre a história da ciência moderna. O que me chamou mais atenção foi a interligação entre as diferentes disciplinas, tais como a ciência, matemática, física e arte. A invenção da perspectiva foi o ponto que mais gostei, de como a visão do homem sobre o mundo era e como se tornou. As pinturas na idade média não tinham geometrização, "os tamanhos não se relacionavam com a distância relativa ao observador, mas com a posição que o ocupavam naquilo que estava representando", ou seja, o que ou quem era mais importante é representado de forma destaca na pintura.Já no renascentismo começou-se a empregar o ponto de fuga, dando a ideia de um espaço infinito, e a noção de perto e longe. Com a criação da perspectiva, esse novo olhar "foi de fundamental importância para as observações que passaram a ser feitas a partir daquele momento, tanto no campo da astronomia e da história natural". Outro ponto que me chamou atenção foram as crenças que os famosos cientistas carregavam consigo, Newton, por exemplo, explanava muito sobre Deus e defendia que "o Universo se assemelhava a uma máquina, e que Deus era seu artesão". Newton chegou a defender suas experiências de forma mística, sendo salientado no livro a seguinte frase " Newton não foi o primeiro cientista moderno, mas o último dos mágicos".

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