O Manifesto Libertário -

    David Boaz

    Peixoto Neto
    2010
    272 páginas
    9h 4m
    ISBN-13: 9788588069503
    Português Brasileiro

    David Boaz apresenta o guia essencial da perspectiva libertária, detalhando suas raízes, princípios centrais, soluções para dilemas atuais de política pública, e aponta um futuro para a política global. Confrontando sem medo questões frequentemente apresentadas aos libertários, como a questão da desigualdade e do meio ambiente, o autor traz pela primeira vez ao leitor brasileiro a resposta que conduz ao conceito de libertarismo e ainda nos convida a explorar nossas próprias crenças. Manifesto Libertário é uma leitura obrigatória para entender um dos movimentos mais empolgantes e otimistas da nossa época.

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    Denis Caldas18/01/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Libertarismo ou Libertarianismo?

    Esse é um daqueles livros que "nunca vi nem comi, eu só ouço falar", daí apareceu a oportunidade de comprar menos caro, e pronto! A ideia de Manifesto acho que foi só para fazer um contraponto ao Manifesto Comunista, mas o livro do David Boaz não tem esse aspecto de panfleto ou manifesto, ele é mais como um manual de instrução, onde os problemas são apresentados e a consequente sugestão de solução em um mundo em que não há a coerção do Estado. Ou seja, gera um utopia. Porém, para evitar cair no pântano das utopias que, quando aplicadas geram autoritarismo e morte, o Manifesto se apresenta como "uma base para utopias", pois na verdade traça caminhos em que você opta por viver de forma voluntária, seja socialista ou conservador, por exemplo. Enfim, a grande sacada do Libertarismo é que seja voluntário e livre, ou senão não há razão de ser, ainda mais quando imposto por nós sobre eles. E foi muito interessante lê-lo nesses tempos de engenharia social, onde um experimento social-sanitário está em franco andamento, onde as responsabilidades individuais estão cada vez mais trocadas pela responsabilidade coletiva. Embora trate mais de coisas que acontecem nos Estados Unidos, sob o direito consuetudinário, pode ser facilmente interpretado em qualquer lugar, em qualquer país, até aqui em Banânia, onde o direito é dito como romano (só se for o de Calígula ou Nero). É uma leitura válida, inclusive para conservadores ou para progressistas, que tentam impor suas visões de mundo nos outros e, hipocritamente, nem eles próprios conseguem seguir. Viva o Contrato Voluntário!

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