
António Ramos Rosa estudou em Faro, não tendo acabado o ensino secundário por questões de saúde[1] . Em 1958 publica no jornal «A Voz de Loulé» o poema "Os dias, sem matéria". No mesmo ano sai o seu primeiro livro «O Grito Claro», n.º 1 da colecção de poesia «A Palavra», editada em Faro e dirigida pelo seu amigo e também poeta Casimiro de Brito. Ainda nesse ano inicia a publicação da revista «Cadernos do Meio-Dia», que em 1960 encerra a edição por ordem da polícia política. Foi um dos fundadores da revista de poesia Árvore[2] existente entre 1951 e 1953.