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    Não nos Roubarão a Esperança -

    Júlio Magalhães

    A Esfera dos Livros
    2012
    245 páginas
    8h 10m
    ISBN-13: 9789896263997
    Português
    2.9
    5 avaliações
    Leram10Lendo3Querem7Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos0Desejados7Avaliaram5

    Poderá o amor nascer em tempo de guerra? No Portugal de Salazar e nos tempos conturbados da guerra civil espanhola, Miguel Oliveira, voluntário português ao serviço das tropas nacionalistas de Franco, é feito prisioneiro pelos republicanos, depois de o seu avião ter caído nos arredores de Barcelona. Um feliz golpe de sorte salva-o de um julgamento sumário e de uma morte certa por fuzilamento. Será trocado por um oficial republicano, perto de Madrid. Miguel inicia uma longa viagem de automóvel que o vai levar de Barcelona a Madrid num território pejado de perigos. Será durante essa intensa viagem que ele conhecerá e se apaixonará por Dolores, a jovem republicana responsável por levá-lo à capital espanhola. Outrora uma defensora ardente da República, Dolores está nos finais da guerra, cansada de ver tanta morte e destruição. Para sua grande surpresa e sem nunca abandonar os seus ideais, a jovem republicana encontrará em Miguel um bom confidente e até um protetor. Tendo como pano de fundo a violenta paisagem desenhada pela guerra civil, Não nos roubarão a esperança, narra o nascimento de um grande amor que terá de provar ser mais forte do que o ódio.

    Resenhas (2)Ver mais
    Inês Montenegro picture
    Inês Montenegro23/05/2021Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    "Romance pequeno de capítulos curtos, Não nos Roubarão a Esperança é uma leitura fácil, mas que não enche as medidas. O contexto da Guerra Civil espanhol onde se enquadra a narrativa, bem como a participação de voluntários portugueses em ambos os lados, foi o que mais me chamou a atenção e levou à leitura. De facto, parte da discrepância entre dois irmãos “de boas famílias” – Pedro, comunista, e Duarte, fascistas –, e alterna entre as respectivas linhas de enredo, com uma regularidade bem marcada. Num capítulo estamos em 1936, a acompanhar Pedro e, mais tarde, a irmã mais velha, Teresa. No seguinte estamos em 1938, com Duarte capturado pelos republicanos, e a ser levado a Madrid para uma troca de reféns. Esta alternância é bastante fácil de acompanhar, não apenas por ser sistemática, mas também porque em cada capítulo é esclarecido o ano e o local onde a acção se encontra. Ademais as linhas de enredo são simples, sem grandes reviravoltas. (...)" Resenha completa em:

    1 curtida

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    2.9 / 5
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas60%
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    • 2 estrelas20%
    • 1 estrelas20%
    Júlio Magalhães profile picture

    Júlio Magalhães

    Nascido no Porto a 7 de Fevereiro de 1963, foi para Angola com sete meses, tendo vivido um ano em Luanda e doze em Sá da Bandeira (Lubango). Em 1975 regressou para Portugal, mais precisamente, para a cidade do Porto. Aos dezasseis anos, iniciou a sua carreira como colaborador de O Comércio do Porto na área do desporto. Dois anos mais tarde integrava os quadros do mesmo jornal. Trabalhou ainda no Jornal Europeu, no semanário O Liberal, na Rádio Nova e, em 1990, estreou-se na RTP onde, para além de jornalista e repórter, apresentou o programa da manhã e o Jornal da Tarde. Em 2008 lança o seu primeiro romance "Os Retornados - Um Amor Nunca Se Esquece", obra de ficção onde narra uma história de amor que tem como cenário os conturbados momentos finais de uma África portuguesa. Uma obra baseada na sua própria experiência como português regressado na maior ponte aérea entre as ex-colónias portuguesas e Lisboa que se realizou em 1974 e 1975 para transportar os portugueses ali residentes. Anteriormente tinha publicado "Memorial 100 Glórias FC Porto", e, com José Carlos Castro e Marcelo Rebelo de Sousa, "Professor, Boa Noite", mas foi com este romance que Júlio Magalhães entra definitivamente no panorama da literatura portuguesa como escritor de sucesso. A 9 de Setembro de 2009, é convidado para assumir o cargo de Director de Informação da TVI. Em 22 de Fevereiro de 2011 anunciou a sua saída do cargo, mantendo-se no entanto em funções até à formação de uma nova equipa directiva. Júlio Magalhães é casado desde 1990 com Manuela Magalhães de quem tem dois filhos: Mariana e André.

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    Porto, Portugal

    Júlio Magalhães