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    Epicédio -

    Claudio Manoel da Costa

    Domínio Público
    1753
    21 páginas
    42m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
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    "Consagrado à saudosa memória do Reverendíssimo Senhor Fr. GASPAR DA ENCARNAÇÃO, Reformador dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho da Congregação de Santa Cruz de Coimbra. Oferecido em desafogo da mágoa ao Ilustríssimo e Reverendíssimo Senhor D. FRANCISCO DA ANUNCIAÇÃO, Do Conselho de Sua Majestade, Cancelário, Reformador e Reitor da Universidade de Coimbra, Prior Geral dos Cônegos Regulares e Prelado do seu Isento. Por CLAUDIO MANUEL DA COSTA Acadêmico Conimbricense. COIMBRA. No Real Colégio das Artes da Companhia de JESUS, Ano de 1753. Com todas as licenças necessárias. À inconsolável mágoa do Ilustríssimo e Reverendíssimo Senhor D. Francisco da Anunciação, autorizada na razão do sangue, justificada no amor de Filho reformado da Congregação Regular."

    Resenhas (1)Ver mais
    Sarah Pedralho picture
    Sarah Pedralho25/01/2023Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Deprê

    Bem pra baixo com um tema funesto e triste. Não deixa de ser belo mas me deixou um pouco pra baixo com esse assunto. Recomendo para amantes de poesias clássicas tristes.

    1 curtida

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     Claudio Manoel da Costa  profile picture

    Claudio Manoel da Costa

    Nasceu na cidade de Ribeirão do Carmo (hoje Mariana), em Minas Gerais, no ano de 1729. Aos vinte anos foi a Portugal para estudar Direito na faculdade de Coimbra, dividindo as obrigações do curso com a produção literária. Depois de terminada a faculdade, retorna ao Brasil onde exerce a função de advogado na então cidade de Vila Rica (hoje Ouro Preto). Em Minas Gerais ajudou a fundar a Arcádia Ultramarina com os poetas com Manuel Inácio da Silva, Silva Alvarenga e Tomás Antônio Gonzaga entre outros poetas e intelectuais. Adotou, no ano de 1773, o pseudônimo de Glauceste Satúrnio, sob o qual escreveu a maioria de suas poesias. Inspirados pelo pensamento iluminista, os integrantes da Arcádia desenvolveram uma conspiração política contra o governador da capitania, culminando na Conjuração Mineira. Por essa época, sua poesia adquire um tom político e o poeta se mostra preocupado com diversas questões políticas e sociais. O movimento levou seus membros à prisão, sob acusação de lesa-majestade, isto é, de traição ao rei de Portugal. Por seu envolvimento na Conjuração Mineira, o poeta foi encontrado morto em sua cela no ano de 1789. A causa da sua morte ainda não foi esclarecida e alguns historiadores acreditam que ele tenha sido morto a mando do Governador, outros, que ele haveria cometido suicídio. Anos mais tarde, ao final do século XIX, como homenagem, Claudio Manoel da Costa foi escolhido o Patrono da cadeira de número oito da Academia Brasileira de Letras.

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    5 Seguidores
    Minas Gerais, Brasil

    Claudio Manoel da Costa