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    Os Crimes do Mosaico -

    Giulio Leoni

    Editora Planeta
    2006
    381 páginas
    12h 42m
    ISBN-10: 857665136X
    Português Brasileiro
    2.8
    819 avaliações
    Leram1281Lendo46Querem483Relendo4Abandonos158Resenhas53
    Favoritos22Desejados483Avaliaram819

    Numa noite de 1300, aos pés de um gigantesco mosaico inacabado, um homem é assassinado de maneira pavorosa. Cabe à Dante Alighieri, há pouco nomeado prior de Florença, a tarefa de desvendar o crime.

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    Renata Cereser Sogi picture
    Renata Cereser Sogi19/02/2013Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Um thriller pe(Dante) que não empolga

    OS CRIMES DO MOSAICO é, em primeira instância, um thriller policial. No ano 1300, um crime horrível abala a cidade de Florença, na Itália, aos pés de um gigantesco mosaico inacabado. O autor do citado mosaico é cruelmente assassinado e Dante Alighieri, que acaba de ser eleito prior da cidade, é chamado para cuidar do caso e terá de usar todo o seu intelecto para descobrir e prender o criminoso. Alighieri é apresentado como um Sherlock Holmes muito mais filosófico do que investigativo. Misturar tramas fictícias com personagens reais é um exercício de criatividade que poucos deveriam se atrever a fazer. Em minha simplória opinião, este livro se enquadra nesta categoria. Muitas pessoas podem achar que se trata de uma trama policial de primeira, mas não houve um momento em que o livro tenha me convencido, seja no confronto dos personagens, na especulação esotérica, em sua discussão filosófica ou em sua crítica social. É tudo mal caracterizado e confuso. Giulio Leoni parece querer que antipatizemos com seu protagonista: Dante Alighieri é mostrado como um ser arrogante, intolerante e autoritário. O autor dá ainda tanto enfoque à maneira de pensar do seu personagem principal que a gente até se esquece do crime cometido, que acaba ficando em segundo plano, e ele deveria ser o assunto central da obra. Alguns podem pensar que o romance é cansativo apenas pelos não admiradores de filosofia, mas não é verdade: as divagações de Alighieri sobre amor e astrologia e as suas alucinações sobre uma conspiração imaginária são tão cansativas e delongadas que tiram todo e qualquer prazer da leitura. Se você acha que irá mergulhar em uma história policial empolgante, cheia de intrigas e mistérios, não comece a ler este livro. A única coisa de positiva nesta obra é a fidelidade com que o autor retrata a sociedade da época. A descrição de lugares e costumes é muito boa e você consegue realmente visualizar a Florença medieval. No geral, o livro é enfadonho.

    23 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    2.8 / 819
    • 5 estrelas8%
    • 4 estrelas17%
    • 3 estrelas36%
    • 2 estrelas27%
    • 1 estrelas12%
    Giulio Leoni profile picture

    Giulio Leoni

    Narratore e autore di testi poetici e critici, si laurea in Lettere Moderne con tesi sui linguaggi della poesia visiva. Oltre a collaborare con saggi e testi creativi alle maggiori pubblicazioni specializzate, negli anni '80 fonda e dirige la rivista Symbola, dedicata all'analisi della poesia e della letteratura sperimentali. Attualmente insegna Teoria e tecniche della scrittura creativa presso la Sapienza di Roma. A questa sua attività si accompagna nel tempo un crescente interesse per la narrativa, cui si dedica realizzando una serie di romanzi e racconti del mistero per lo più ambientati in epoche passate e basati su suggestivi enigmi storici, come nel ciclo dedicato alle avventure investigative di Dante Alighieri. In altri scritti affronta poi temi più decisamente legati al giallo, l'avventura, la fantascienza e l'orrore, esplorando pressoché tutto il campo del fantastico. Tra gli autori italiani di genere più conosciuti all'estero (sue opere sono state tradotte in una quarantina di paesi), alla produzione maggiore affianca una serie di romanzi per ragazzi in cui rielabora i suoi temi in forme adatte a un lettore giovanile. Ha collaborato inoltre con Il Falcone Maltese, rivista dedicata al noir, dove curava una rubrica dedicata ai prodromi della narrativa poliziesca. Nel 2000 vince il Premio Tedeschi per il romanzo Dante Alighieri e i delitti della Medusa, e nel 2006 il Premio Lunigiana per la narrativa giovanile. Con lo pseudonimo di J.P. Rylan[1][2] ha dato vita a un ciclo di avventure fantasy imperniato sul mito della città maledetta di Anharra.

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    Província de Lazio, Itália

    Giulio Leoni