Poesias de Rogério Batalha. "É poesia desconfiada de todo o poder, inclusive do da palavra, o que o põe na contramão das tendências formalistas. (...) A poética pós-túnel, para quem já descobriu o romance de Paulo Lins, oriundo da Cidade de Deus, e a prosa curta de Mauro Pinheiro, ganha com Rogério Batalha mais luz depois do tùnel." Ricardo Oiticica - 2001.