Era o ano dos Beatles e dos Rolling Stones, um ano depois do assassinato de John Fitzgerald Kennedy. Era 1964, a América dos hippies, do Movimento dos Direitos Civis, dos Panteras Negras, do psicodelismo e do Vietnã pegava fogo. Los Angeles é a cidade de ninguém. De pessoas como Paul e katharine Cuttleman, saídas do provincianismo interiorano e jogadas no anonimato cosmopolita, com todas as conseqüências que isso possa acarretar.