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    I Shall Wear Midnight (Discworld #38) -

    Terry Pratchett

    Doubleday
    2010
    349 páginas
    11h 38m
    ISBN-13: 9780385611077
    4.7
    16 avaliações
    Leram26Lendo1Querem21Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos1Desejados21Avaliaram16

    It starts with whispers. Then someone picks up a stone. Finally, the fires begin. When people turn on witches, the innocents suffer. . . Tiffany Aching has spent years studying with senior witches, and now she is on her own. As the witch of the Chalk, she performs the bits of witchcraft that aren't sparkly, aren't fun, don't involve any kind of wand, and that people seldom ever hear about: She does the unglamorous work of caring for the needy. But someone or something is igniting fear, inculcating dark thoughts and angry murmurs against witches. Aided by her tiny blue allies, the Wee Free Men, Tiffany must find the source of this unrest and defeat the evil at its root before it takes her life. Because if Tiffany falls, the whole Chalk falls with her. Chilling drama combines with laugh-out-loud humor and searing insight as beloved and bestselling author Terry Pratchett tells the high-stakes story of a young witch who stands in the gap between good and evil.

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    Luciana Darce picture
    Luciana Darce06/06/2013Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Eu estou me sentindo órfã enquanto escrevo essa resenha, uma vez que esse é o último volume oficial da série Discworld que eu tinha para ler e resenhar. Tudo bem, tem os volumes de The Science of Discworld para ler ainda, mas são colaborações e não estão na ‘cronologia’ da série. Já foi anunciado que o próximo título, Raising Steam (o quadragésimo!) está sendo escrito; mas quem sabe quando ele vai sair? Bem, acho que teremos de esperar, não é mesmo? A história começa com Tiffany mostrando que há muito pouco de glamour na vida de bruxa: elas estão sempre presentes, do nascimento à morte; elas cuidam daqueles que precisam de cuidados, seja com remédios e poções, seja cortando os dedos dos pés de uma velha enferma; elas são o julgamento, a compaixão, a voz da consciência. Elas servem onde quer que sejam necessárias e metem o nariz onde não são chamadas, porque ser uma bruxa é exatamente isso. I Shall Wear Midnight começa talvez da forma mais real e mais cruel que todos os outros livros de Pratchett. Começa com festa, bebida, com um homem violento bêbado que espanca mulher e filha quando descobre que a garota está grávida. Começa com dor, abandono, morte, ira. Começa com uma cidade enfurecida decidida a pegar armas para vingar algo que já vinha acontecendo há tempo demais – e que até então era ignorada porque “cada homem é rei em seu quintal’. Começa com uma garota de dezesseis anos que aceita e assume suas responsabilidades, ainda que isso signifique perder aquilo que ama, ainda que isso signifique ser excluída, temida e não apenas respeitada. Tiffany cresceu desde Os Pequenos Homens Livres e nesse livro, mais do que nunca, fica óbvio porque, desde o princípio, ela conseguiu o respeito da Vovó Cera do Tempo, aquela que é considerada a líder não-oficial das bruxas do Disco. Ela enfrenta preconceito, multidões histéricas e uma nova caça às bruxas e consegue fazê-lo de forma racional – porque Tiffany talvez seja a mais racional das bruxas do Disco – e inteiramente crível para o personagem que Pratchett criou. Claro que há seus momentos de humor – e como poderia deixar de ser, quando você tem uma tribo de minúsculos homenzinhos pintados de azul que vivem para uma boa briga? Mas o humor, neste volume, é secundário para as realidades que Tiffany encontra, para aquilo que ela se torna. É um livro emocionante e uma dupla despedida: o último livro da Tiffany na série, segundo Pratchett e meu último livro da série até que se lance um novo. (resenha originalmente publicada em www.owlsroof.blogspot.com)

    1 curtida

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    • 2 estrelas6%
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