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    Vita d'un Uomo II 1919 - 1935 - Sentimento del Tempo

    Giuseppe Ungaretti

    Arnoldo Mondadori
    1943
    134 páginas
    4h 28m
    ISBN-1: 0
    4.5
    2 avaliações
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    Sentimento del Tempo è una raccolta di poesie di Giuseppe Ungaretti. Il tema centrale è la percezione fra il presente, il passato e l'eterno. Si è parlato, per questa raccolta del 1933 (poi '36 e '42), sia d'una forma di sensibilità barocca (ispirata, per ammissione del poeta stesso, dal paesaggio romano), sia d'un neoclassicismo che succederebbe all'espressionismo dell'Allegria. In entrambi i casi, si tratta di una distensione della poesia ungarettiana entro forme garantite dalla tradizione, in coerenza con la "restaurazione" che si venne operando in Italia, a partire all'incirca dagli anni venti, dopo l'acceso sperimentalismo delle avanguardie. Il rinnovamento è riscontrabile sul piano contenutistico e su quello formale. In questa poesia inoltre, si avverte un'ansia religiosa. L'opera appare ricca di figure mitologiche, fanno infatti comparsa alcune divinità. Non a caso la sezione principale dell'opera prende il nome di "La fine di Crono", Crono padre di Zeus (simboleggia il tempo). Roma è vista come la città barocca per eccellenza, e come la città eterna ove non esistono leggi temporali, città incapace di tramontare nel tempo.

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    Giuseppe Ungaretti profile picture

    Giuseppe Ungaretti

    De pais italianos, Ungaretti nasceu no Egito, para onde sua família se havia mudado temporariamente porque o pai trabalhou na construção do canal de Suez. Estudou por dois anos na Sorbonne de Paris e colaborou con Giovanni Papini y Ardengo Soffici na revista "Lacerba". Em 1914 voltou à Italia e se engajou voluntariamente como soldado na Primeira Guerra Mundial, com o objetivo de compartilhar o destino de seus contemporâneos. Combateu na província de Trieste, na frente do Carso, uma das mais duras durante a Guerra, e em seguida na França. Em 1916 publicou em italiano o conjunto de poemas Il porto sepolto, onde reflete suas experiências na guerra, onde encontrou a parte mais sofrida da humanidade, a da dor cotidiana; em 1919 publica uma segunda obra chamada Allegria di naufragi, onde mostra uma poesia nova, afastada da retórica e do barroquismo de Gabriele D'Annunzio. Durante sua estada em Paris, Ungaretti conviveu com o filósofo Henri Bergson. Suas principais leituras no período foram Leopardi, Baudelaire e Nietzsche. No período entre-guerras colaborou assiduamente com revistas e trabalhou como profesor de línguas. Seu primeiro emprego fixo foi no Brasil, entre 1936 e 1942, quando deu aulas de italiano na Universidade de São Paulo. Também neste período, sofreu a perda de seu filho de 9 anos. Ainda durante a Segunda Guerra Mundial, voltou à Itália onde, em função de sua fama como poeta, foi nomeado em 1942 professor da Universidade de Roma, posto em que se manteve até 1958. A evolução artística de Ungaretti segue un itinerário que vai da paisagem à humanidade, à revelação religiosa, ao impacto do contato com a poderosa natureza brasileira, à dor pela morte de seu filho e ao retorno a Roma durante a Segunda Guerra Mundial. Estes dois últimos acontecimentos são a origen de sua obra Il dolore, publicada en 1947. Através do desespero, o poeta descobre a responsabilidade humana e a fragilidade de suas ambições. Ungaretti, em meio ao pessimismo com que contempla a trágica condição humana, encontra uma mensagem de esperança para os homens. Os últimos vinte e cinco anos de sua vida representam um exame crítico do passado e traduzem uma forte ânsia de renovação. Pouco antes de morrer, Mondadori organizou uma coletânea com todas as suas poesias, intitulada Vita di un uomo. Pode-se perceber, pelo título, como a poesia de Ungaretti é amplamente autobiográfica. Apesar de não poder ser considerado um membro oficial do escola hermética italiana, é considerado um dos seus fundadores e inspiradores principais. Dela fizeram parte importantes poetas italianos, como Eugenio Montale e Salvatore Quasimodo. Morreu em Milão em 2 de junho de 1970.

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