Em 1810, quando a província do Rio Grande era subordinada politicamente à Paraíba e os religiosos locais respondiam ao clero pernambucano, Hugo Ribeiro vagava como um errante por terras potiguares em busca de explicações para a morte da esposa. Durante sua jornada, esbarra em fatos históricos, rituais indígenas e práticas do ocultismo, topa com fantasmas aprisionados na Fortaleza dos Reis Magos e enfrenta forças sobrenaturais. Descendente dos Cavaleiros Templários, ele sabe que pode salvar a alma de sua amada, que supostamente o traiu com uma das personificações do 'coisa-ruim', se for ao encalço do dito cujo.
