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    Superinteressante N° 311 (Novembro de 2012) - A dieta da ciência

    abril

    Abril
    2012
    98 páginas
    3h 16m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.9
    23 avaliações
    Leram66Lendo1Querem4Relendo0Abandonos0Resenhas1
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    R .03/11/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Novembro de 2012

    Não tinha reparado o quanto a impressão da revista estava numa fase ótima, creio que a melhor que já teve, desde a edição passada... Está reluzente em minhas mãos, sem páginas amareladas e sem amassados, o tipo de papel favorecia, além de layout moderno, dinâmico e bonito, parecendo saída das bancas, aliás, em qualidade superior a muitas revistas que estão na banca. Muito chique mesmo, mas vou sacrificar em prol da digitalização e economia de espaço.... "A dieta da Ciência" Reportagem em saúde com curiosidades sobre a alimentação. A Super costuma correlacionar comportamentos atuais a uma ancestralidade e assim foi feito sobre o apreço a alimentos mais calóricos, tendenciosos à visão mais bonita e apetitosa para rápido consumo. Estratégia para formação mais rápida de tecido adiposo, o que era (e é) recompensado com sensação de prazer da dopamina. E tem mais, num efeito viciante em que o organismo gradativamente diminuía a liberação do dito hormônio para que o consumo aumentasse até a obtenção do mesmo prazer. É mais os tempos eram outros e na atualidade esse mecanismo desencadeia efeitos colaterais como a diabete, aumento da pressão, distúrbios no metabolismo do pâncreas, gordura em órgãos vitais, etc e tal. Aspectos conhecidos, que registro por gostar... Em face da glutonaria a reportagem traz dicas para a boa alimentação e desmistifica algumas crendices. Nem tudo que ostenta saúde e lá como se autoproclama. Enfim, curti, deixando em registro os informes do suco de laranja com cenoura ser ótimo no combate ao colesterol; o alecrim reduzir radicais na carne (e me limito nisso) de estímulo cancerígeno; o azeite potencializar os benefícios do tomate; chocolate diminuir os riscos de doenças cardíacas (não entendi a explicação, que não teve, e óbvio que num consumo saudável); e por aí vai a quem interessar... Achei o texto pouco didático, numa grande dissertação, prefiro quando existem divisões estratégicas. "Amor de farmácia" Mas bem, não, essa foi boa.... O texto fala de uma tal droga do amor (ei, já li um livro juvenil com esse nome!) que sugere amor anti-traição. É o seguinte, uma visão de redução hormonal, onde amor se resumiria a prazer, relaxamento e satisfação orgânica, o que seria propiciado com ocitocina, serotonina e a dopamina. Assim fizeram fármaco que o caboco e a caboca passam (ou espirram, ou põem debaixo da língua, coisa e tal) e tcharam! Seus problemas acabaram-se! Os efeitos dos hormônios presentes e tudo legal! Eu, hein! Confesso que a reportagem foi hilária para mim! Primeiro fui malicioso pensando que seria alguma coisa de conotação sexual, depois lembrei da soma de "Admirável Mundo Novo" e por fim da visão do amor em 1 Coríntios 13 em oposição a essa visão essencialmente materialista e interesseira. E sim, isso é na prática uma referência às drogas. Sai daí, respeita que temos é sentimento... Essas e outras na edição...

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