Luciano, que viveu no século II d.C., deixou a imagem de um escritor satírico, inquieto, cáustico, que abandonou sua pátria, a Síria, sua língua e cultura por amor à Grécia, sem nunca se sentir totalmente grego. Em Diálogos dos Mortos, publicados pela primeira vez em língua portuguesa, em edição bilíngüe, ele mistura personagens comuns, famosas e mitológicas, e lugares diferentes num diálogo ininterrupto, que critica a filosofia e as disparidades sociais. Tradução de Maria Celeste Consolin Dezotti.

