Cassino Royale é o primeiro livro de Ian Fleming em que narra as aventuras de James Bond.
A história começa com M, chefe do serviço secreto britânico, recebendo um telegrama do chefe da seção S. O telegrama do chefe da S tem como assunto um projeto para derrotar Le Chiffre, tesoureiro de um sindicato comunista, e informações sobre os empreendimentos do antagonista do livro.
No telegrama é recomendado que a missão seja oferecida ao melhor jogador do serviço secreto, pois o objetivo era falir Le Chiffre em um jogo de cartas, o bacará.
Bond então é encarregado da missão e entãoé enviado para Royale, ele é informado que receberá auxílio de dois agentes. Vésper, do serviço secreto britânico, e de Mathis, da Deuxième (creio que seja o serviço secreto francês). Mais tarde Bond acaba conhecendo Felix Leiter, que descobrimos ser um agente da CIA. Esses três personagens vão ajudar Bond na missão de derrotar Le Chiffre, principalmente Leiter.
Críticas:
A primeira é o uso excessivo de expressões em francês. Algumas são palavrinhas que você até entende por conta do contexto da frase, e outras já são frase inteiras em francês (eu ficava sem entender nada nessas partes)
Segunda, o ponto forte do livro, onde tudo acontece acabou sendo cedo e rápido de mais enquanto os últimos capítulos foram muitos longos e enrolado.
Terceiro, esse é o menos relevante, mas talvez possa incomodar alguns, que é a falta de introdução de alguns personagens. O autor só joga eles no enredo e continua a história de um jeito como eles já tivessem sido apresentado em em um livro anterior.
Os pontos fortes do livro:
A escrita do autor é bem envolvente, você fica preso na leitura e quando ver já leu quase metade do livro em um dia.
Ian Fleming também soube descrever muito bem as lugarem e cenas em que a trama é narrada, não é aquela descrição monótona. O autor faz você se sentir dentro da história.