"Pablo Morenno surge como um cronista consumado, neste seu livro de estréia. Suas crônicas dão a impressão de terem sido escritas para livro, e não para jornal. Como os bons cronistas, Morenno extrai do cotidiano e da atualidade os aspectos que, por demasiado humanos, não perdem o interesse com a passagem do tempo. Seus textos possuem um caráter fortemente lírico. Na esteira de Rubem Braga, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e outros cronistas brasileiros consagrados, Morenno dá atenção especial à linguagem, por saber que a transposição da realidade à literatura não prescinde da criação verbal, da luta com as palavras." Paulo Becker.