Adoro os históricos da época da regência (vulgo "luvinhas"), ainda mais quando eles fogem do normal para as historias da época.
Meg, no comecinho, é a perfeita mocinha ingênua inglesa: filha de um vigário, ela foge para se casar com um soldado, a partir daí a sua vida vira um inferno. Depois de 5 anos de guerra com a França de Napoleão, seu marido morre, e com o final da guerra ela procura um jeito de voltar para casa e acaba salvando um oficial de morrer afogado, ou melhor, um urso enorme de morrer afogado! E ela se aproveita que o pobre está desmaiado, se apresenta como esposa, e consegue entrar no navio e voltar para casa.
Os problemas começam quando o urso acorda, e todos sabem como ursos são mal-humorados. O homem não quer nem saber o que aconteceu e já sai rosnando pra todo lado, mas a mocinha é uma mulher muito prática e sabe dobra-lo direitinho, que acaba fazendo tudo o que ela quer!
O casal tem uma historia complicada: ele fugiu de casa com 17 anos, por se sentir culpado por conta de um acidente com o irmão, e agora tem de voltar para assumir o titulo e propriedades da família, apesar da culpa que sente. E Meg que reencontrar as irmãs das quais não tem noticia desde que fugiu para se casar e não tem para onde ir. Ele a ajuda contratando-a como governanta (apesar de eu achar que ele tem motivos escusos, hehehe), e os dois se completam de uma maneira linda!!! Ele tem um monte de dramas para lidar, e ela sabe ver por baixo de todos os problemas e oferecer soluções claras e precisas em uma aceitação incondicional do homem que ele é. Confesso que chorei em algumas partes, mas isso não quer dizer muito, porque eu choro em comercial de margarina.
A segunda historia é um conto bem safadinho, com o detetive contratado no primeiro livro para descobrir pistas das irmãs e tem umas ceninhas bem calientes, alias praticamente só tem cenas calientes! Kkkkkkk