Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas3
    • Leitores46
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O Encheirídon de Epicteto - Edição bilingue

    Epicteto

    UFS
    2012
    96 páginas
    3h 12m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.3
    19 avaliações
    Leram28Lendo2Querem14Relendo0Abandonos2Resenhas3
    Favoritos5Desejados14Avaliaram19

    O termo grego encheirídion se diz do que está à mão,sendo equivalente ao termo latino manualis, “manual” em nossa língua. Significa também “punhal” ou “adaga”, equivalente ao latino pugio, arma portátil usada pelos soldados romanos atada à cintura. Simplício, em seu Comentário ao Encheirídion de Epicteto1, diz-nos que Arriano2, que escreveu o Encheirídion, “sintetizou as coisas mais importantes e necessárias em filosofia a partir das palavras de Epicteto para que estivessem à vista e à mão” (192 20 s.). Assim, o Encheirídion serve não como uma introdução aos que ignoram a filosofia estoica, mas antes àqueles já familiarizados com os princípios do Estoicismo, para que tenham uma síntese que possam sempre levar consigo e utilizar. Tal uso se relaciona à tradição estoica da meditação diária, para o que o Encheirídion serviria de guia e inspiração. Epicteto discorre sobre esse tema nas Diatribes em diversas ocasiões (I,1,25; I,27,6 ss.; II,1,29;III,10,1). Marco Aurélio Antonino, cuja obra póstuma, as Meditações, consiste justamente nessa atividade, compara os princípios da filosofia com os instrumentos da medicina, afirmando que “os médicos, que sempre têm à mão os instrumentos de sua arte, devem ser imitados” (III.13; cf. IV.3). Sêneca se refere à prática da meditação diária na Carta a Lucílio XCIV e em Dos Benefícios VIII, 1. Cícero se refere igualmente a essa prática no De Natura Deorum6 (L.I.30) e no De Finibus (L.II.7). (...) Simplício, notando que as palavras do Encheirídion são enérgicas e gnômicas, mantendo entre si certa relação e ordem lógica, objetivando a arte que retifica a vida humana e elevando a alma humana ao seu próprio valor (194 15 ss.), observa que o Encheirídion não se remete nem ao asceta, nem ao homem teórico, que se distanciam das coisas do corpo, mas visa o homem que tem o corpo como um instrumento e que deseja ser um genuíno ser humano, almejando reconquistar a nobreza de sua ancestralidade, com a qual Deus agraciou os homens.

    Resenhas (3)Ver mais
    Guilherme Tavares picture
    Guilherme Tavares17/02/2023Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    Estoicismo

    Caramba , acredito que é o melhor livro dessa corrente filosófica kkkk. Sério mesmo, é difícil você ler um compilado com tanta intensidade assim. É realmente um modo de pesquisa da vida. Recomendadissimo!

    11 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 19
    • 5 estrelas42%
    • 4 estrelas37%
    • 3 estrelas21%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Επίκτητος profile picture

    Επίκτητος

    Epiteto (em grego: Επίκτητος, transl. epiktetos, "comprado"; Hierápolis, 55 - Nicópolis, 135) foi um filósofo grego estóico que viveu a maior parte de sua vida em Roma, como escravo a serviço de Epafrodito, o cruel secretário de Nero que, segundo a tradição, uma vez quebrou-lhe uma perna. Epicteto foi um filósofo grego, pertencente à Escola Estóica, que viveu a maior parte de sua vida como escravo em Roma. De seus ensinamentos conservam-se um "Enchyridion", ou "Manual", e alguns discursos, editados por seu discípulo, Flávio Arriano. Seu nome vem do grego, "epiktetos", que quer dizer "adquirido" ou "comprado". Seu nome de nascimento é, infelizmente, desconhecido. Epicteto nasceu em 55 d. C. em Heliópolis, na Frígia (atualmente, Pamukkale, Turquia). Ainda durante a infância chegou a Roma como escravo do liberto Epafrodito, que havia servido como escravo do imperador Nero. Graças a Epafrodito, Epicteto estudou com o filósofo estóico Musônio Rufo. A data da manumissão (libertação legal) de Epicteto é incerta. O que se sabe é que, por volta do ano 93 d. C. ele foi exilado, junto com outros filósofos residentes em Roma, pelo imperador Domiciano. Dirigiu-se, então, a Nicópolis, no noroeste da Grécia, onde abriu sua própria escola. Entre os romanos que, apesar do exílio, o procuraram como mestre estava Flávio Arriano, que chegaria a ser historiador de Alexandre, o Grande, e que conservaria os textos com ensinamentos de seu professor na obra "Discursos de Epicteto". Epicteto faleceu em Nicópolis, no ano 135 d. C.

    14 Livros
    33 Seguidores
    Frígia, Império Romano

    Επίκτητος