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    Os Comediantes -

    Graham Greene

    Civilização Brasileira
    1966
    340 páginas
    11h 20m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4.1
    10 avaliações
    Leram24Lendo0Querem19Relendo1Abandonos0Resenhas2
    Favoritos1Desejados19Avaliaram10

    Constantemente preocupados com os desafios que os problemas sociais fazem aos homens, permitindo que nesses momentos se revelam na plenitude ou no colapso de seu caráter, na sombria trama da sanguüinária ditadura que violenta o povo Haitiano. São todos aqueles que como os três personagens centrais do romance, sofrem de miopia humana e política e não se apercebem de que uma ditadura, benigna ou violenta, compromete a própria dignidade do homem.

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    Resenhas (2)Ver mais
    Egídio Pizarro picture
    Egídio Pizarro07/07/2016Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Interessante, mas...

    O estilo de escrita é interessante e o enredo também. Entretanto, Graham Greene não conseguiu dar intensidade ao descrever as injustiças e atrocidades da ditadura haitiana. Nesse quesito, comparativamente, Isabel Allende é mais competente ao inserir a ditadura chilena em seus romances e tantos outros autores são mais eficazes quando descrevem as barbáries ocorridas durante a Segunda Guerra, por exemplo.

    1 curtida

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    Avaliações

    4.1 / 10
    • 5 estrelas40%
    • 4 estrelas30%
    • 3 estrelas30%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Graham Greene profile picture

    Graham Greene

    Henry Graham Greene nasceu na Inglaterra, em 1904. Aos 13 anos, vai para um colégio interno; solitário e humilhado pelos colegas, tenta o suicídio várias vezes. É então mandado para Londres, onde faz tratamento psiquiátrico por seis meses. Seu analista o encoraja a escrever e o introduz no seu círculo literário. Em 1925, publica seu primeiro livro, de poesia. Estuda em Oxford e, em 1926, converte-se ao catolicismo por influência de sua namorada, Vivien, com quem se casaria no ano seguinte. Entre 1926 e 1930, trabalha como editor no jornal The Times, de Londres. Seu primeiro romance, O Homem Interior, é de 1929. No mesmo ano, deixa o The Times e passa a atuar como crítico literário e de cinema no Espectator, onde fica até 1940. Durante a Segunda Guerra Mundial, trabalha para o governo inglês nos ministérios da Informação e do Exterior -e também como agente secreto. Nas décadas seguintes, continuaria a escrever ficção e exercer o jornalismo. Morre em Vevey, na Suíça, em 1991. Greene é um dos escritores ingleses mais lidos do século 20. Publicou mais de 60 livros, entre romances, contos, peças de teatro, relatos de viagem, ensaios, roteiros de cinema e biografias. Teve muitos de seus livros adaptados para o cinema, como Expresso do Oriente (1932) e O Terceiro Homem (1949). Entre outros livros de renome mundial, ele é o autor de O Poder e a Glória (1940), O Americano Tranqüilo (1955) e O Cônsul Honorário (1973), sem falar em Nosso Homem em Havana (1958).

    85 Livros
    90 Seguidores

    Graham Greene