O livro é uma explosão de uma alma nova, ardente, e que se não pode conter, como disse Moniz Barreto, a propósito dos primeiros folhetins publicados por Eça de Queiroz, que assim estreava na crõnica, no estilo e na arte.
O livro é uma explosão de uma alma nova, ardente, e que se não pode conter, como disse Moniz Barreto, a propósito dos primeiros folhetins publicados por Eça de Queiroz, que assim estreava na crõnica, no estilo e na arte.