Entrar
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas9
    • Leitores888
    • Similares0

    O que é a Filosofia? (Coleção Trans) -

    Félix Guattari, Gilles Deleuze

    Editora 34
    1997
    272 páginas
    9h 4m
    ISBN-10: 8585490020
    Português Brasileiro
    4.3
    158 avaliações
    Leram357Lendo80Querem413Relendo7Abandonos31Resenhas9
    Favoritos25Desejados413Avaliaram158

    A partir da questão "O que é a filosofia?", Deleuze e Guattari esclarecem as condições, as incógnitas e os requisitos subjacentes à sua elaboração. A seguir, estabelecem as diferenças entre a atividade filosófica e a atividade científica ou artística. A filosofia faz surgir os acontecimentos com seus conceitos, a arte ergue os monumentos com as sensações e a ciência constrói os estados de coisas com suas funções. palavras-chave: desterritorialização, Gilles Deleuze, Cézanne, Platão, plano de imanência, Nietzsche, Kant, Félix Guattari, gregos, Leibniz, cérebro, Klee, pintura, Sócrates, fenomenologia, Hegel, atratores estranhos, mundo possível, Heidegger, ciência.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (9)Ver mais
    Vania Cristina Ribeiro picture
    Vania Cristina Ribeiro22/07/2023Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    O pensamento tem três formas: filosofia, ciência e arte

    Achei a leitura bastante difícil e me perguntei várias vezes se não era possível escrever de uma forma mais objetiva. Muita coisa não entendi, me faltou bagagem. No entanto..., fiquei extremamente instigada a compreender, a buscar mais. O que compreendi, me pareceu fascinante. Basicamente os autores estão dizendo que existem três formas de pensamento: a filosofia, a ciência e a arte. Qualquer outra coisa, ou é opinião, que tem pouco valor, ou é caos, que é angustiante. Essas três formas criam e trabalham com experimentação, brigam com o caos e com a opinião, trabalham sobre um plano com agentes. A diferença entre elas está no tipo de plano, agente, resultado e nos objetivos. A filosofia trabalha sobre um plano de imanência, faz uso de personagens conceituais e cria acontecimentos ou conceitos. Seu objetivo é salvar o infinito e lhe dar consistência. A ciência trabalha sobre um plano de cooordenadas, faz uso de observadores, cria funções ou proposições. Seu objetivo é renunciar ao infinito e criar referência. A arte trabalha sobre um plano de composição com figuras estéticas, cria monumentos e sensações. Seu objetivo é criar um finito que restitua o infinito. Das três, é a arte que pessoalmente me interessa mais. Ela tem o poder de registrar e se registrar, e monumento é esse registro, mas ele tem muito pouco a ver com reter ou fixar, ou com memória. Porque é um registro de sensações, afectos e perceptos. Ou seja, são registros que mudam, se movem, conforme a subjetividade da pessoa que está em contato com aquela arte, naquele momento, extrapolando o autor da obra. O conceito de afecto e percepto, usado por Deleuze e Guatari, revela que a arte vai além de percepções, afecções e opiniões. A arte é linguagem das sensações. O pintor nao pinta numa tela vazia, nem o escritor escreve num papel em branco porque eles estão cobertos por clichês preestabelecidos. O que o artista faz é apagar, limpar, rasgar, para deixar passar uma corrente de ar ou uma fresta de luz que vem do caos. E é esse ar, essa luz, que traz visão, sensação. Conclusão da minha experiência de leitura: quero me aprofundar nesses pensamentos, quero entender mais.

    21 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 158
    • 5 estrelas51%
    • 4 estrelas29%
    • 3 estrelas15%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas3%
    Pierre-Félix Guattari profile picture

    Pierre-Félix Guattari

    Pierre-Félix Guattari foi um psicanalista, filósofo e militante revolucionário francês. Atuou com Gilles Deleuze, e juntos escreveram Anti-Édipo, Capitalismo e Esquizofrenia e O que é Filosofia?, entre outras obras. Esquizoanálise, transversalidade, ecosofia, caosmose, entre outros, são alguns dos termos usados pelo autor. Foi muito longe nesta desterritorialização e criou uma obra na qual o problema do desejo singular é inseparável do político, da indústria, da informática, das instituições. Inconsciente institucional, para além, aquém, junto com o inconsciente individual. Coloca o problema da subjetividade – em um sentido bastante diferente da tradição filosófica – no centro das questões políticas e sociais contemporâneas. Teorizou também sobre a questão da transdisciplinaridade.

    19 Livros
    50 Seguidores
    Oise, França

    Pierre-Félix Guattari