" Com simplicidade e maestria, as mãos dóceis de Adylla nos oferecem um prato especialmente digestivo da sua rica culinária, a ser degustado em compahia de um bom vinho francês. A palavra pulsa com emoção e oscila entre porções embaladas por reminiscências, divagações e saudades, postas à luz de velas. O tempo sugere lugar para o verbo amar nas narrativas magistralmente conferidas em forma de deliciosas crônicas que ultrapassam as referências do cotidiano e influenciam, com maturidade e equilíbrio, o gosto pela leitura" Juca Pontes