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    De Volta aos Anos 60 - Uma viagem pelo fim do ideal revolucionário

    Pierre Bergounioux

    Alameda
    2005
    47 páginas
    1h 34m
    ISBN-10: 8598325198
    Português Brasileiro
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    Este livro propõe uma nova leitura para o modo como o mundo se articula hoje: são os fatos da história recente que, estranhamente, se parecem (ou se convertem) em algo sem origem, quase mítico, fazendo de seu texto o balanço de uma miragem, a miragem de toda uma geração. Não é apenas Cuba ou o saudosismo revolucionário o assunto do escritor neste ensaio. Mais do que um balanço emotivo, seus textos mapeiam o desarranjo criado a partir das transformações decorrentes dos acontecimentos políticos, da modernidade tecnológica do século 20 e do ocaso do universo rural, que enfrenta a cada dia seu próprio desaparecimento.

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    Pierre Bergounioux

    Pierre Bergounioux (Brive-la-Gaillarde, 1949) é um escritor francês. Sua obra abundante, de inspiração autobiográfica, se lê como um único grande livro, retomando sem cessar os mesmos motivos a fim de delimitar, com muita paciência, o único objeto de suas preocupações :o da existência submissa ao infatigável trabalho do tempo. Marcada por William Faulkner e as profundas perturbações provocadas pelo escritor americano na escritura romanesca, a obra de Pierre Bergounioux é proxima das de Claude Simon e de Pierre Michon. Antigo aluno da Escola Normal Superior de Saint-Cloud, substituto de catedrático de letras modernas, laureado com o Prêmio Alain-Fournier, ocasionalmente crítico literário. e também escultor, professor, militante de esquerda, pai de família, pescador de trutas e de grandes livros, Pierre Bergounioux reparte sua vida entre as solidões luminosas da Haute-Corrèze e dias austeros, laboriosos, constrangidos, no subúrbio parisiense. Após haver passado o essencial de sua carreira ensinando no colégio, Pierre Bergounioux começou a dar aulas na Escola de Belas-Artes de Paris. Sustentados por um estilo poético esculpido de maneira notável, seus livros pretendem esclarecer a questão dolorosa das origens do desarraigamento, não somente geográfico mas também ontológico. A obra de Bergounioux procura exceder a ruptura que existe entre a infância e a idade adulta; ou seja, o conhecimento de sua própria ignorância e o absurdo do mundo. Como William Faulkner, a quem ele dedica um livro e alguns artigos, "entre a tristeza e o nada, [ele] escolheu a tristeza". Ao mesmo tempo, Pierre Bergounioux exprimiu seu ponto de vista sobre a escola num livro de entrevistas publicado em outubro de 2006, livro que ele intitulou, de maneira irônica, Escola: missão realizada. Ele faz a constatação amarga do fracasso do colégio único, cujo funcionamento não somente não reduz as desigualdades, mas aumenta a humilhação dos alunos mais fracos e o pressentimeno que têm da inferioridaade de sua condição social. « A única maneira de não ser violento com as crianças seria de julgá-las em relação a elas mesmas, avaliando a distância que percorreram entre o momento em que as encontrámos ao sairem do meio familiar e o momento em que se instruiram a partir de nosso ensino. Mas isto equivaleria a reconhecer publicamente a injustiça de nossa sociedade e de tirar as consequências que são nada mais nada menos revolucionárias. E nunca estivemos tão longe de fazer isto.» Pierre Bergounioux desempenha seu próprio papel no filme Notre musique (Nossa música] (2004) de Jean-Luc Godard. É irmão do escritor e professor Gabriel Bergounioux.

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