Diderot (Os Pensadores #26) - Textos Escolhidos

    Denis Diderot

    Abril Cultural
    1985
    211 páginas
    7h 2m
    Português Brasileiro

    Consultoria da introdução por Marilena de Souza Chauí. 1. Carta sobre os cegos para o uso dos que veem [1749] ::: Embora publicada anonimamente, esta obra de Diderot acarretou a prisão do filósofo no castelo de Vincennes. É que o sensualismo epistemológico que ela defende foi considerado deletério pela repressão exercida, naquele momento, pelo governo de Luís XV. 2. O sobrinho de Rameau [1761] ::: Diálogo sobre a música e arte, em geral, apresenta-se como uma “Sátira Segunda”, pois é sequência da “Sátira Primeira”, o opúsculo “Sobre os Caracteres e as Palavras Caráter, Profissão etc.”, escrito anteriormente por Diderot. 3. Diálogo entre D’Alembert e Diderot; O sonho de D’Alembert; Continuação do diálogo [1769] ::: Publicadas apenas em 1830, as três obras pertencem ao que de mais imaginativo produziu a especulação filosófica de Diderot. 4. Suplemento à viagem de Bougainville - ou - Diálogo entre A e B [1772] ::: Utilizando também a forma dialogada, a obra possui significativo subtítulo: “Sobre o inconveniente de atribuir ideias morais a certas ações físicas que não se comportam”. 5. Paradoxo sobre o comediante [1769] ::: Obra de permanente atualidade, enquanto teoria do ator, ultrapassa porém o plano estético ao propor uma teoria geral da sensibilidade. 6. Dos autores e dos críticos [1773] ::: Capítulo final do “Discurso Sobre a Poesia Dramática”. 7. Diálogo de um filósofo com a Marechala de... [1774] ::: O diálogo circulou inicialmente em cópias manuscritas, antes de ser impresso. A marechala é provavelmente a esposa de Victor François, Duque de Broglie e Marechal de França.

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    Doney Corteletti Stinguel05/06/2017Resenhou um livro
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    Parte I: “Vem um tempo em que o gosto dá conselhos cuja justeza se reconhece, mas que não se tem mais a força de seguir.” * “Apodrecer sob o mármore, apodrecer sob a terra, é sempre apodrecer.” * “Por que vemos frequentemente devotos tão duros, tão irritados, tão insociáveis? Porque impuseram a si próprios uma tarefa que não é natural; sofrem, e quem sofre faz os outros sofrerem também.” * “Engolimos em grandes sorvos uma mentira que nos lisonjeia; bebemos gota a gota uma verdade que nos amargura.” * Mais em: http://listadelivros-doney.blogspot.com.br/2017/05/textos-escolhidos-os-pensadores-parte-i.html XXXXXXXXXXXXX Parte II: “Continuai mais do que nunca apegado à vossa máxima: Não vos expliqueis nunca se quereis vos entender.” * “Cabe ao sangue-frio temperar o delírio do entusiasmo.” * “Já se disse que o amor, que tira o espírito aos que o possuem, concede-o aos que não o possuem; isto significa, em outros termos, que torna uns sensíveis e tolos, e outros frios e audaciosos.” * “— E o ciúme? — Paixão de um animal indigente e avaro que teme falhar; sentimento injusto do homem; consequência de nossos falsos costumes, e de um direito de propriedade estendido sobre um objeto sensível, pensante, com vontade e livre. — Assim, o ciúme, segundo vós, não está na natureza? — Não é o que digo. Vícios e virtudes, tudo está igualmente na natureza. — O ciúme é sombrio. — Como o tirano, porque tem consciência disso.” * Mais do blog Lista de Livros em:

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