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    A Dama Pálida -

    Alexandre Dumas

    RTS
    2013
    76 páginas
    2h 32m
    ISBN-10: 2070338088
    Português Brasileiro
    3.6
    71 avaliações
    Leram100Lendo0Querem61Relendo0Abandonos0Resenhas7
    Favoritos3Desejados61Avaliaram71

    Edvige, uma jovem polonesa cuja família se perdeu numa guerra entre a Polônia e a Rússia, encaminhou-se, como seu pai lhe recomendou, para pedir asilo em um mosteiro, perdido entre as solitárias montanhas dos Cárpatos. Tendo sido atacada no caminho por bandoleiros, ela se vê prisioneira em um castelo sombrio, sob a tutela de uma estranha família. Gregoriska e Kostaki são os dois irmãos, de origem nobre, que carregam sobre si uma maldição... e ambos se apaixonam por Edvige. Ela sabe qual deles tem o sentimento mais nobre, porém a terrível maldição do vampirismo paira, como uma nuvem sombria, sobre aqueles dois homens. E sobre o amor que ela sente por um deles.

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    Livrendo.Tudo27/07/2023Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Degustação de uma obra maravilhosa

    Na polônia durante a guerra contra a Rússia, a Srta. Hedwig tem seus dois irmãos mortos quando seu castelo é invadido, preocupado o pai a manda ara o mosteiro onde sua mãe viveu. Entretanto no caminho a diligencia em que ela estava é atacada, e dois irmãos que comandavam o ataque a leva, sendo que quem a reclamou para ser sua foi Grégoriska. Depois de conhecer a Princesa mãe dos dois jovens irmão, a moça permanece no castelo moldávio, onde começa a contar sua historia. Os dois irmãos se apaixonaram por ela. Kostaki declarou-lhe seu amor, enquanto que ela começava a odiá-lo, todavia estava apaixonada por Grégoriska que apesar de todo o zelo que lhe empreendia não havia dito ainda uma palavra de amor sequer. Até que depois de muitos pedidos de casamento da parte de Kostaki, alguém bate na porta do quart de Hedwig durante a madrugada, era Grégoriska depois de dizer que a amava e a pedir em casamento, o que ela aceitou, eles planejam fugir juntos na noite seguinte para o mosteiro Hango. Na noite da fuga os dois irmãos desaparecem, e apenas Grégoriska volta a hora o jantar, pálido, com uma aparente gota de sangue na testa. Algum tempo depois o cavalo de Kostaki volta coberto de sangue e todos os empregados saem com tochas a procura do corpo, eles o encontram todo ferido e ensangüentado. Depois de ter lavado as feridas do filho, Smérande chama por seu outro filho Grégoriska, e ordena a ele que mate o assassino de seu irmão, mesmo que ele seja sua própria esposa. Depois do velório de Kostaki, sua mãe oferece uma pátria, uma família a Hedwig, a quem ela achava que amava a seu filho mais velho, mas na verdade era ao mais novo seu amor. Quando Hedwig estava em seu quarto dormindo alguém entra e ela se sente muito cansada, quando no outro dia sente uma imensa fraqueza e ao seu olhar no espelho surpreende-se com sua palidez, além de ter algo marcado na artéria de seu pescoço. Na noite seguinte ela sente os mesmos sintomas, fraqueza, sono, algo lhe ferindo o pescoço, acorda a meia noite e quando se olha no espelho estava mais pálida ainda. Ao se encontrar com Greégoriska ele percebe sua palidez e pede que lhe conte o que aconteceu, de imediato ele acredita na história de Hedwig, tendo certeza de que se tratava dum caso de vampirismo. Na mesma noite eles se casam no mosteiro de Hango, e quando é chegada a hora d Hedwig ir dormir, Grégoriska lhe entrega água benta, e fica escondido no quarto dela a espera do vampiro. Assim que ouve os passos e sente que ele se aproxima Hedwig joga a água benta e ao olhar para o vampiro vê Kostaki, o irmão morto de Grégoriska. Os três correm para o cemitério do mosteiro, perseguidos pelos olhos brilhantes do vampiro. Enquanto lutava com o irmão Grégoriska cai ferido, e depois do único beijos dado em Hedwig ele morre. Smérande pede que ela acate os desejos de Grégoriska e saia do país, ao mesmo tempo em que lhe deixa tudo o que é seu e que foi de seu filho. Hedwig vai par a França, e mesmo sobrevivendo a tudo aquilo, ela continuou com a palidez que o beijo de um vampiro lhe deixara.

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    3.6 / 71
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    • 1 estrelas4%
    Dumas Davy de la Pailleterie profile picture

    Dumas Davy de la Pailleterie

    Alexandre Dumas, pai - foi um romancista francês. Seu nome de batismo era Dumas Davy de la Pailleterie. Nasceu na região de Aisne, próximo a Paris. Era neto do marquês Antoine-Alexandre Davy de la Pailleterie e de uma escrava (ou liberta, não se sabe ao certo) negra, Marie Césette Dumas. Seu pai foi o General Dumas, grande figura militar de sua época. Enquanto trabalhava em Paris, Dumas começou a escrever artigos para revistas e também peças para teatro. Em 1829 foi produzida sua primeira peça, Henrique III e sua Corte, alcançando sucesso de público. No ano seguinte, sua segunda peça, Christine, também obteve popularidade. Como resultado, tornou-se financeiramente capaz de trabalhar como escritor em tempo integral. Entretanto, em 1830, participou da revolução que depôs o rei Carlos X de França e substituiu-o no trono pelo ex-patrão de Dumas, o Duque d'Orléans, que governaria com o nome de Luís Filipe de França, alcunhado de Rei Cidadão. Até meados da década de 1830, a vida na França permaneceu agitada, com tumultos esporádicos em busca de mudanças promovidos por republicanos frustrados e trabalhadores urbanos empobrecidos. À medida que a vida retornava lentamente à normalidade, o país começou a se industrializar e, com uma economia em crescimento combinada com o fim da censura à imprensa, a vida recompensou as habilidades de escritor de Alexandre Dumas. Após escrever mais algumas peças de sucesso, passou a se dedicar aos romances. Apesar de ter um estilo de vida extravagante e sempre gastar mais do que ganhava, Dumas provou ser um divulgador astuto. Com a alta demanda dos jornais por romances seriados, em 1838 simplesmente reescreveu uma de suas peças para criar sua primeira série em romance. Intitulada "O Capitão Paulo" (em francês Le Capitaine Paul) levou-o a criar um estúdio de produção que lançou centenas de histórias, todas sujeitas à sua apreciação pessoal. Em 1840, casou-se com uma atriz, Ida Ferrier, mas continuou a manter seus casos com outras mulheres, sendo pai de pelo menos três filhos fora do casamento. Um desses filhos, que recebeu o seu nome, seguiria seus passos na carreira de novelista e escritor de peças teatrais. Por causa do mesmo nome e da mesma profissão, para distinguir um do outro, um é chamado Alexandre Dumas pai (Alexandre Dumas, père) e o outro Alexandre Dumas, filho (em francês, Alexandre Dumas, fils).

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    Picardia, França

    Dumas Davy de la Pailleterie