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    Iracema / Ubirajara -

    José de Alencar

    Edigraf
    1958
    193 páginas
    6h 26m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.2
    61 avaliações
    Leram146Lendo5Querem19Relendo0Abandonos2Resenhas2
    Favoritos2Desejados19Avaliaram61

    A virgem tabajara Iracema apaixonou-se por Martim, um colonizador português. Entre guerras e conflitos, ciúmes e disputa de poder, a história desse amor proibido tem como pano de fundo a cultura indígena, com seus deuses e mitos, a miscigenação do branco com o índio e o surgimento de um novo país numa terra fértil. A saga do livro "Iracema" continua neste "Ubirajara". As guerras entre tribos indígenas, antes da colonização portuguesa, no Nordeste do Brasil, são retratadas pelo escritor Indianista.

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    Resenhas (2)Ver mais
    Franclin Viana de Souza picture
    Franclin Viana de Souza05/07/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Iracema. Livro de leitura difícil. José de Alencar floreia demais as frases e muitas vezes é preciso parar a leitura pra buscar no dicionário. Leitura obrigatória no ensino médio, tentei ler agora, mais de 10 anos depois, pra ver se gostava. O autor tentar criar a lenda do surgimento do Ceará e da miscigenação das raças. Provavelmente é de sua escrita que surgiram os mais comuns estereótipos que temos da raça indígena de antes da colonização. Guerras constantes, orgulho de guerreiro, oferecimento das mulheres como hospitalidade. O guerreiro branco como sendo o mais forte. Ubirajara Outra lenda com os mesmos aspectos, tem mais ação que Iracema. Conta a lenda do guerreiro que uniu e se tornou chefe de duas nações. Nessa história ainda não houve contato com o homem branco. Coisa que não entendo é a facilidade das mulheres de trair a família e a própria nação por conta de sua paixão pelo guerreiro mais forte de outra tribo. Caramba. Se alguém matasse meu irmão eu sentiria ódio, não amor pelo assassimo.

    2 curtidas

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    3.2 / 61
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas13%
    • 3 estrelas39%
    • 2 estrelas20%
    • 1 estrelas5%
    José Martiniano de Alencar profile picture

    José Martiniano de Alencar

    Nasceu em Messejana, na época um município vizinho a Fortaleza. A família transferiu-se para a capital do Império do Brasil, Rio de Janeiro, e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de Direito em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854, estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856 publica o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em (1857) que alcançará notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros. José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro, epopeia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a

    406 Livros
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    Ceará, Brasil

    José Martiniano de Alencar