Eu simplesmente AMO os livros dessa autora. AMO mesmo, de coração!
As histórias fogem daquele padrão redondinho em que você visualiza o final feliz logo no comecinho da historia. Não, os personagem comem muito o pão que o diabo amassou antes conseguir o "Happy End", e nem sempre ele vem redondinho como estamos acostumados, com tudo se encaixando certinho e todos vivendo felizes para sempre!
A autora gosta de mostrar que vida naquela época era sofrida, difícil, cheia de guerras e com os tempos incertos. E as historias que ela cria refletem isso perfeitamente.
Callum, o mocinho, foi feito prisioneiro desde os 12 anos, foi libertado aos 18, mas devido aos traumas e torturas que sofreu, acabou perdendo a capacidade de falar.
Marguerite era noiva do carrasco de Callum, e quando ele foi libertado, ela aproveitou para fugir com os MacKinloch e os dois acabaram se apaixonando (os acontecimentos se passaram nesse livro http://www.skoob.com.br/livro/211265/). Tudo seria lindo se ela não fosse filha de um conde francês e tivesse a obrigação de se casar com um nobre, e não com um pobretão escocês.
Callum não se conforma em ter perdido a mulher que ama, e vai atras de Marguerite. Ele quer ficar com ela doa a quem doer, haja o que houver. Mas ela é ciente de suas obrigações e sabe que se insistir nesse amor sem futuro, com certeza, vai terminar em morte.
Conforme você vai lendo, percebe que é realmente uma situação sem esperança. O amor dos dois é lindo, mas não há como eles terminarem a historia juntos. É impossível, e isso dá uma aflição danada! A realidade está sempre ali do lado para estragar tudo, ai que ódio!! A única coisa que salva é que estamos falando de um romance de banca, e a gente sabe que o final feliz é garantido por lei. Se não fosse por isso... nem te conto como o livro terminava! Kkkkk