Entrar
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas13
    • Leitores204
    • Similares0

    A Ilíada e a Guerra de Tróia -

    Homero

    DCL
    2007
    104 páginas
    3h 28m
    ISBN-13: 9788536803616
    Português Brasileiro
    3.6
    87 avaliações
    Leram134Lendo6Querem58Relendo0Abandonos6Resenhas13
    Favoritos2Desejados58Avaliaram87

    A história da disputa entre espartanos e troianos foi imortalizada na brilhante narrativa de Homero. Sua descrição do fim da famosa guerra é considerada o primeiro clássico ocidental. Silvana Salerno revisita agora a obra, em linguagem acessível aos jovens leitores. O livro traz biografia do autor e linha do tempo histórica.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (13)Ver mais
    Gean picture
    Gean13/12/2024Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Assisti ao filme em conjunto com o audiobook da Ilíada e da Guerra de Tróia, de modo que falarei de ambas as obras em conjuntos. Buscarei ser breve por não possuir muito o que pontuar. 1) O filme eu julgo como bom, então seria 03 estrelas de 05. Isso seria analisando o filme como um todo e não apenas meu íntimo, que o considera como mediano, umas 02 estrelas. O audiobook, por sua vez, é inúmeras vezes superior, o qual eu consideraria com umas 04 estrelas. 2) Pois bem. A motivação para a guerra de Tróia é ridícula, começando pela revolta de Menelau, irmão do rei Agamenon, o qual é rei de Micenas, ao notar que sua esposa, Helena de Esparta, colocou chifres nele e fugiu com o covarde Páris, filho do rei de Tróia. Diante disso, Menelau, que é rei de Esparta, visto que se casou com Helena, que é princesa de Esparta – tida como a mulher mais linda do mundo, filha de Zeus e de uma indivídua chamada Leda – corre para os braços do irmão para solicitar ajuda para atacar Tróia. Agamenon fica muito feliz com essa ideia porque ele sempre quis atacar o país vizinho e aumentar o próprio território, mas sempre faltando-lhe o apoio correto, momento este que é aproveitado pelo rei. 3) Tróia é conhecida como uma cidade inexpugnável por causa de suas muralhas e isso traz problemas para a coalisão de Agamenon. As coisas avançam quando Páris, buscando impedir a guerra, desafia Menelau para um duelo X1 e borra as calças, correndo para as pernas do irmão, o príncipe Heitor de Tróia, considerado o melhor guerreiro desta localidade. Heitor impede a morte de Páris e assassina Menelau, levando os exércitos a um combate. 4) Eventos após o primo de Aquiles, Pátroclo, usa a armadura do primo e vai peitar Heitor, levando uma espada no pescoço e no peito. Isso deixa Aquiles com raivinha, o que Agamenon aproveita, pois o soldado vai buscar tirar a vida do assassino de seu primo. Personagem do Aquiles eu não sinto nenhuma simpatia ou antipatia por ele. Ele é tido como um semideus por ser filho da ninfa Tétis e do Humano Peleu, rei dos Mirmidões. O livro fala que essa quase invulnerabilidade dele decorre de ele, quando ainda criança, se não me engano, ter sido mergulhado no rio Estige, um rio do submundo que separa o mundo dos vivos e dos mortos. Aquiles é tido como quase invulnerável porque sua a mãe o mergulhou no rio pelos calcanhares, de modo que essa parte do corpo não se tornou protegida, daí vindo a expressão calcanhar de Aquiles para expressar uma fraqueza mortal. Sua morte pra mim foi um grande desperdício, sendo assassinado pelo covarde do Páris, que a distância acerta seu calcanhar com uma flecha, pois os deuses haviam falado para os troianos qual seria a fraqueza do lutador. Pra mim é tudo balela essa questão de os deuses a todos os momentos estarem colocando o dedo no mundo dos fatos, embora eu compreenda que essa ideia era muito comum naquelas épocas em que tudo era fruto da vontade dos deuses e tal. Aquiles morre e não consegue viver feliz pra sempre ao lado de sua querida Briseida, a qual mata Agamemon. Há menções, não presentes na Ilíada e na Guerra de Tróia, tampouco no filme, de que a flecha que atinge o calcanhar de Aquiles estava envenenada e que foi guiada pelo deus Apolo até o soldado, ao meu ver como uma vingança pelo Aquiles ter cortado a cabeça do deus no monumento do primeiro templo que é atacado. 5) Eu ressalto que o rei de Tróia é muito burro por dois motivos, sendo que o primeiro por não ter seguido o conselho de Heitor em não ir pra guerra – decidindo seguir o conselho de um carinha que tinha visto a vontade dos deuses no céu falando que se eles fossem atacar seriam vitoriosos – e o segundo por ter levado o cavalo de Tróia para dentro de sua cidade, apesar de todos os conselhos não lhe serem favoráveis. Um completo idiota que levanta a questão de como ele chegou ao poder. 6) Por fim, menciono que o filme dá pouco destaque para Ajax e Ulisses, de modo que eles bem melhores explorados no livro mesmo. O primeiro, no filme, é morto de forma nada gloriosa e rápida, enquanto que no livro ele luta contra Heitor e ninguém chega a vencer de fato, demonstrando que ele é um grande guerreiro. Ele até continua vivo após a morte de Aquiles e luta pela armadura do “herói” morto, porém acaba por se suicidar por causa de um acesso de loucura causado pelas mãos da deusa Atena. Ulisses, apesar de não ser um grande guerreiro a exemplo de Ajax, é quem possui a ideia de criar o cavalo de Tróia e deixar a mensagem de que é um presente, com o rei de Tróia mordendo a isca e condenando seu reinado. No filme ele é interpretado pelo Ned Stark e eu deixarei para falar melhor dele quando eu ouvir o livro da Odisseia, que é sobre ele.

    8 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 87
    • 5 estrelas20%
    • 4 estrelas31%
    • 3 estrelas30%
    • 2 estrelas16%
    • 1 estrelas3%
    Hómēros(Homero) profile picture

    Hómēros(Homero)

    Homero (em grego, Ὅμηρος - Hómēros, na transliteração) foi um lendário poeta épico da Grécia Antiga, ao qual tradicionalmente se atribui a autoria dos poemas épicos Ilíada e Odisseia. Os gregos antigos geralmente acreditavam que Homero era um indivíduo histórico, mas estudiosos modernos são céticos: nenhuma informação biográfica de confiança foi transmitida a partir de antiguidade clássica,e os próprios poemas manifestamente representam o culminar de muitos séculos de história contadas oralmente e um bem desenvolvido sistema já muitas vezes usado de composição poética. De acordo com Martin West, "Homero" não é "o nome de um poeta histórico, mas um nome fictício ou construído".

    125 Livros
    439 Seguidores

    Hómēros(Homero)