- Táxis a serviço do exército francês na Primeira Guerra Mundial - Saiba mais sobre as artes marciais europeias da Idade Média - Francisco de Orellana, o conquistador do Amazonas
Aventuras na História Nº 116 (Março de 2013) - Stalin contra-ataca
Abril
Março de 2013
"Stalin lado B" O líder soviético está entre os tiranos da História, responsável pela morte de milhares de seu povo através da política opressora em três décadas, principalmente nos processos de coletivização e industrialização a partir de 1928. Segundo a reportagem, há movimento de resgate de sua imagem por simpatizantes em algumas nações do antigo bloco comunista e li na expectativa de entender porquês de resignificação histórica como essa, que tem se apresentado também em outras nações na atualidade, na valorização de líderes e governos com nacionalismo radical. A biografia destacou aspectos como a eliminação de adversários, centralização do poder e política com "mão de ferro", que dentro do regime totalitário e isolado, criava e manipulava a imagem de grandes feitos, de bem comum. Acredito que as crises levam algumas pessoas a terem essa percepção sobre governos radicais, como se intermediassem para bem comum, como pregam, quando na verdade governam primordialmente para sua manutenção e satisfação dos que estão no poder. Rola muita alienação e apego a ideias manipuladas. Com certeza tem também, no mesmo povo, quem abomine essas percepções - os explorados e oprimidos. A resposta que busco não se resume a isso, certamente, mas tem também esse contexto.... Li com essas percepções... Gostaria de entender melhor o assunto, que tem impactado a contemporaneidade. "O conquistador do Amazonas" Sobre Francisco de Orellana, espanhol que no século 16 fez a primeira expedição dos Andes à foz do Amazonas. O percurso teve muitas dificuldades, incidentes e a herança mais conhecida que ficou foi a nomeação do caudaloso e lendário rio como Amazonas, devido embate com indígenas em histórias onde o desconhecido potencializou mitos. Curioso! Segundo o texto, o feito não teve devido reconhecimento e honrarias pela Espanha, que o caracterizou com muitas trapalhadas. Talvez tenha sido por decisões como essa que a nação europeia não teve a hegemonia que poderia ter tido em seu contexto. Antes de Cabral, outras expedições de espanhóis passaram pela costa brasileira, como na foz do Amazonas, mas o feito do descobrimento ficou para os portugueses, que tiveram melhor tino político nesse aspecto. Mano, escrevo como leigo e na base do achômetro. Tudo conjectura. "Siga aquele táxi" Outra história interessante resgatada da Primeira Guerra Mundial. Essa é de 1914, em que os franceses, na iminência de invasão alemã, mandaram mais soldados para defesa no front. Detalhe, cerca de 6 mil soldados foram reunidos em Paris e levados para a fronteira de táxi. Ideia de um general, que teve o tino em um "se vira nos trinta". O texto diz que foram entre 600 a 3000 carros recrutados, devidamente pagos. O esforço e gasto deu resultado. Isso aí teve algum princípio de Sun Tzu... No "Dito e Feito" mais etimologia que não conhecia. "Moreno" era termo pejorativo para mouros e judeus. Encerrando com os dois livros que mais gostei nas sugestões da edição: - "A viagem aos Brasil de Marianne North", de Júlio Bandeira - sobre pintora inglesa que esteve por aqui na época do império e, assim como Rugendas e Debret, produziu muitas obras no contexto, quase o dobro dos dois artistas citados, porém, é bastante desconhecida (o que foi explicado por ela se concentrar na flora, Mata Atlântica, enquanto os que se tornaram mais famosos foi pelo retrato da sociedade brasileira). Deve ter imagens legais no livro... Quem não gostaria de conhecer as obras de Marianne... - "Povos indígenas em quadrinhos", de Sérgio Macedo - como ávido leitor de quadrinhos inusitados como esse, sobre a História do Brasil, fiquei muito interessado. Resenha nos idos finais da vacinação contra a covid em Macapá, 2021...
Estatísticas
Avaliações
3.8 / 9- 5 estrelas22%
- 4 estrelas33%
- 3 estrelas44%
- 2 estrelas0%
- 1 estrelas0%


