Novamente somos atraídos por mais uma aventura do anti herói Tom Ripley. Aqui a autora nos leva a conhecer um outro personagem que será tão importante quanto o próprio Tom, Frank, um jovem desajustado com um passado de crime. Eu vejo histórias se repetindo com novas roupagens a cada livro da Patrícia. Ripley, como em "O jogo de Ripley", faz de tudo para ajudar um desconhecido, a custo de que? Para mim fica muito nebuloso quais as motivações que levam Ripley a ajudar com tanto afinco Frank, nesse livro, e Trevanny, em "O jogo de Ripley". Inclusive, teria achado mais interessante se a autora em "O jogo..." tivesse investido numa relação homossexual entre os personagens. Neste livro em várias cenas também senti que havia espaço para sentimentos não explorados, apesar de Tom agir como o pai do rapaz em várias passagens, e o jovem Frank tinha apenas 16 anos. Temos aqui também um final bem semelhante ao livro anterior da série, mas achei este superior.





