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    Condillac, Helvétius, Degérando (Os Pensadores #32) - Textos escolhidos

    Condillac

    Abril Cultural
    1984
    430 páginas
    14h 20m
    Português Brasileiro
    3.5
    2 avaliações
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    Seleção de textos por Andreas Pavel. Consultoria da introdução por Marilena de Souza Chauí. 1. Tratado dos sistemas [Condillac, 1749] ::: Nos capítulos publicados (I, II, III, IV, VI, XII, XIV, XVI e XVIII), Condillac aborda questões como a inutilidade dos sistemas abstratos, as hipóteses, o uso dos sistemas na física. 2. Resumo selecionado do tratado das sensações [idem, 1754] ::: O objetivo da obra é mostrar como todos os nossos conhecimentos e todas as nossas faculdades vêm dos sentidos. 3. Lógica [idem, 1780] ::: Condillac propõe uma lógica que, em sua primeira parte, mostra que a análise é um método que se aprende com a própria natureza; na segunda, além de examinar a análise em seus meios e efeitos, demonstra que a arte de raciocinar se reduz a uma língua bem feita. 4. A língua dos cálculos [idem, 1798] ::: A premissa dessa obra é que toda língua é um método analítico, e todo método analítico é uma língua. 5. Cartas sobre o espírito das leis [Helvétius, 1748] ::: Helvétius escreve a Montesquieu e a M. Saurin discutindo teses expostas na famosa obra escrita pelo primeiro. 6. Do espírito [idem, 1758] ::: Nas partes da obra apresentadas, Helvétius investiga o espírito em diferentes perspectivas: o próprio espírito, o espírito em relação com a sociedade, se o espírito é um dom da natureza ou um efeito da educação, os diversos nomes dados ao espírito. 7. Dos signos e da arte de pensar [Degérando, 1800] ::: Examinando as mútuas relações entre os signos e a arte de pensar, Degérando analisa a formação das ideias e a instituição dos signos, a imaginação e a memória, as operações que o espírito executa sobre as ideias e os signos, a influência exercida pela língua sobre o desenvolvimento das faculdades do espírito, entre outros temas.

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    Étienne Bonnot de Condillac

    Étienne Bonnot, conhecido como Condillac, nasceu em uma família de magistrados, estudou em Saint-Sulpice e formou-se como sacerdote no entanto nunca demonstrou interesse pela pratica religiosa.Deslanchou intelectualmente em encontros e nos cafés, salões e a partir de leituras solitárias, foi amigo de Fontenelle, Diderot, Rousseau e etc.Sua principal obra "Tratado das Sensações" foi publicado em 1754, obra da ordem do empirismo radical. (Fonte: Tratado das Sensações; O Empirismo na Radicalidade: Introdução à leitura do tratado das sensações escrito por Luiz Roberto Monzani; pag 7)

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    Étienne Bonnot de Condillac