O Homem Integral - Pelo Espírito Joanna de Ângelis

    Divaldo Pereira Franco, espírito Joanna de Ângelis

    Livraria Espírita Alvorada Editora
    1999
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-10: 8573470631
    Português Brasileiro

    Os livros escritos pelo Espírito Joanna de Ângelis, através da mediunidade de Divaldo Pereira Franco, são ricos de ensinamentos, verdadeiros tratados de saúde mental, com uma terapia baseada no Evangelho de Jesus e na Codificação Kardequiana. Normalmente são constituídos de 60 mensagens, abordando questões palpitantes com a vantagem de oferecerem solução espírita para os magnos problemas que afligem e infelicitam as criaturas humanas na atualidade. Alguns deles são constituídos de estudos profundos em torno de fundamentais quesitos filosóficos, como ocorre nos seguintes: "Estudos Espíritas", "Após a Tempestade" e "No Limiar doInfinito". Conheça esse manancial de luz e você encontrará paz.

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    Fernanda Castro30/01/2011Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Para ler, reler, ler de novo e outra vez...

    Você levanta, sai para o trabalho ou faculdade. Faz suas atividades corriqueiras, cumpre com seus compromissos, nem sempre tem tempo pra mais do que a rotina. O estresse, o cansaço, as preocupações acabam se acumulando e o dia a dia ficando cada vez mais difícil. É nessa hora que palavras acalentadoras se tornam uma opção mais do que bem-vinda. O Homem Integral se encaixa neste exemplo por conter uma leitura edificante e elucidativa em suas páginas. “...fazemos um estudo de diversos fatores de perturbação psicológica, procurando oferecer terapias de fácil aplicação, fundamentadas na análise do homem à luz do Evangelho e do Espiritismo, de forma a auxiliá-lo no equilíbrio e no amadurecimento emocional, tendo sempre como ser ideal Jesus, o Homem Integral de todos os tempos.” Pontuando os vários aspectos do comportamento humano, como a relação do indivíduo com ele mesmo, com a família e no campo profissional, a autora espiritual Joanna de Ângelis nos chama para o despertar do inconsciente. Sendo assim, a Psicologia e o Espiritismo se unem nesta obra para trazer o homem a ele mesmo. É o autoconhecimento o seu grande desafio. E inserido numa sociedade desajustada e inconseqüente, a busca pelo equilíbrio entre corpo e mente se faz imperativa. O homem precisa aprender que o ter não é nada além de uma condição efêmera da matéria, assim como o poder e o parecer são caprichos que só servem para alimentar o ego, o essencial é mesmo o ser. Mas neste terreno já cultivado, é preciso completar os estudos em determinados segmentos que ainda oferecem lacunas em sua compreensão. É possível, em inúmeras passagens, recriar as situações que o livro aborda na própria realidade do leitor [claro que falo por mim, acreditando que não tenha sido a única]. O Homem Integral é um verdadeiro refúgio espiritual para aquele que se abre, sem preconceitos nem autodefesas armadas, para as verdades que concernem ao ser como um homem integral e para a única verdade, que é Deus. O livro é recheado de ótimas citações. Eis uma das passagens que mais gostei, sobre autodescobrimento: “Certamente não vem prematuramente o triunfo, nem se torna necessário. Há ocasião para semear, empreender, e momento outro para colher, ter resposta. O que se não deve temer é o atraso dos resultados, perder o estímulo porque os frutos não se apresentam ou ainda não trazem o agradável sabor esperado. Repetir o tentame com a lógica dos bons efeitos, conservar o entusiasmo, são meios eficazes para identificar as próprias possibilidades, sempre maiores quanto mais aplicadas.” E outra sobre relacionamentos: “O amor é uma conquista do espírito maduro, psicologicamente equilibrado; [...]É uma forma de ‘negação de si mesmo’ em autodoação plenificadora. Não se escora em suspeitas, nem exigências infantis; elimina o ciúme e ambição de posse, proporcionando inefável bem estar ao ser humano que, descomprometido com o dever de retribuição, também ama. Quando, por acaso, não correspondido, não se magoa nem se irrita, compreendendo que o seu é o objetivo de doar-se, e não de exigir. Permite a liberdade ao outro, que a si mesmo se faculta, sem carga de ansiedade ou de compulsão.” Agora é só pôr em prática!

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