As subsequentes investigações não tem a intenção de propor salvar filosoficamente e fazer a apologia filosófica de Aristóteles, nem buscam uma renovação de Aristóteles e iniciar o incremento de um aristotelismo acompanhado dos resultados das ciências modernas. Essas não são metas sérias de uma pesquisa filosófica, tanto faz se elas se reportarem a Aristóteles, a Kant ou a Hegel. As interpretações dos tratados e das exposições aristotélicos, ao contrário, surgem de uma problemática filosófica concreta, de tal modo porém que essa pesquisa da filosofia aristotélica não se constitui, por exemplo, apenas um realce casual, uma "complementação" e ilustração "do aspecto histórico", mas coperfaz, ela própria, uma parte fundamental essa problemática. É só que fornece a gravidade e o impulso decisivo para o principiar o caminho e alcance das pesquisas.

