A ocupação americana é uma história passada no final dos anos 50, à beira do Loire, descrevendo o amor de infância entre Marie José Vire e Patrick Carrions. Um amor forte e indissolúvel, até a instalação das bases americanas em 1959.Mas aquele amor romântico, embalado por canções de François Villon, fica extremamente perturbado pela excitação diante dos equipamentos americanos, de automóveis fantásticos e da poesia triste dos blues. O casal deseja então entrar naquele novo mundo. Trata-se de um romance realista, extremamente francês, que, no entanto, apresenta o homem do futuro ligado à multiplicidade de culturas. A ocupação americana também foi trabalhado pelo cinema, a quatro mãos por Quignard e Alain Corneau, pelo mesmo método de Todas as manhãs do mundo. Quignard se ocupou das tramas e diálogos, enquanto Corneau sugeria os cenários e os ambientes.
